Basquetebol Feminino no Mundial

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O Mundial como motivação

A participação neste Mundial tem de ir um pouco mais além que o lema de Pierre Coubertin: “ O mais importante não é vencer, mas participar!”

O exemplo negativo do não aproveitamento da brilhante campanha no Europeu Masculino de 2007 (9º classificado) faz temer que a história se repita .

Ao contrário do sector masculino (em queda livre depois de 2007), os femininos conseguem graças ao trabalho de todos resultados de relevo nos escalões de formação aproveitar este Mundial como um factor de motivação extra é tarefa decisiva.

Beatriz Jordão é uma das grandes esperanças lusas Fonte: FPB
Beatriz Jordão é uma das grandes esperanças lusas
Fonte: FPB

O trabalho em desenvolvimento com as Seleções de Sub 15 (levou tempo , mas mais vale tarde que nunca…) é positivo e dá algumas esperanças. Perto estará também o dia em que os Sub 13 serão motivo de atenção e para isso nada melhor que começar por reformular o Torneio de seleções (Paços de Ferreira).

Com o futebol a apostar forte no feminino, é tempo do basquetebol acordar para a vida, aproveitando este evento para mobilizar as jovens com mais capacidades, sob pena de ficarmos com as sobras…

Foto de capa: Arquivo

Artigo revisto por Bárbara Mota

Mário Silva
Mário Silvahttp://www.bolanarede.pt
De jogador a treinador, o êxito foi uma constante. Se o Atletismo marcou o início da sua vida desportiva enquanto atleta, foi no Basquetebol que se destacou e ao qual entregou a sua vida, jogando em clubes como o Benfica, CIF – Clube Internacional de Futebol e Estrelas de Alvalade. Mas foi como treinador que se notabilizou, desde a época de 67/68 em que começou a ganhar títulos pelo que do desporto escolar até à Liga Profissional foi um passo. Treinou clubes como o Belenenses, Sporting, Imortal de Albufeira, CAB Madeira – Clube Amigos do Basquete, Seixal, Estrelas da Avenidada, Leiria Basket e Algés. Em Vila Franca de Xira fundou o Clube de Jovens Alves Redol, de quem é ainda hoje Presidente, tendo realizado um trabalho meritório e reconhecido na formação de centenas de jovens atletas, fazendo a ligação perfeita entre o desporto escolar e o desporto federado. De destacar ainda o papel de jornalista e comentador de televisão da modalidade na RTP, Eurosport, Sport TV, onde deu voz a várias edições de Jogos Olímpicos e da NBA. Entusiasmo, dedicação e resultados pautam o percurso profissional de Mário Silva.                                                                                                                                                 O Mário escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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