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Quatro equipas em cada conferência continuavam com o sonho vivo de uma passagem para a fase a eliminar da NBA. Este cenário só foi possível devido à reestruturação da liga, que adicionou um minitorneio antes do início dos Playoffs, na perspetiva de dar aos adeptos ainda mais emoção durante a época.

A ideia já tinha sido testada durante a temporada de 2019/2020. Em plena “bolha” de Orlando, os Portland Trail-Blazers afastaram os Memphis Grizzlies, mas é caso para dizer que o formato mudou melhor. Neste caso, o Play-In apenas se jogava caso os franchises que terminassem em oitavo e nono lugar na respetiva conferência estivessem separados por menos de quatro vitórias entre eles.

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Após a “primeira pedra”, colocada por Adam Silver, as ideias cimentaram e nasceu mais uma competição dentro de outra. De 2021 em diante, a prova vai contar com as equipas que se posicionaram entre o sétimo e o décimo lugar de cada costa dos Estados Unidos da América.

 

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Não se podia pedir mais a um “estreante”. Os amantes da NBA tiveram um pouco de tudo, desde jogos renhidos a momentos que certamente vão ficar marcados na história da liga. É difícil não admitir que o Play-In foi uma das melhores invenções da última década e que veio para ficar por muitos e bons anos e, certamente com pontos a melhorar, com o passar das edições.

Na Conferência Oeste, Los Angeles Lakers e Memphis Grizzlies ocupam as vagas que faltavam para o barco partir rumo aos Playoffs. Quando passamos para o Este, foram os Boston Celtics e os Washington Wizards que garantiram tirar férias um pouco mais tarde no calendário.

Foto de Capa: NBA

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