Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google
Os melhores “Power Forwards” têm “migrado”, nos últimos anos, para a posição de “Center”, devido à maneira como o jogo se tem tornado mais rápido e mais orientado para os jogadores mais completos e com melhores capacidades de jogo interior. Assim sendo, esta posição tem apresentado um decréscimo de qualidade na NBA, embora comecem a surgir vários jovens de qualidade.
20 a 16
20. Derrick Favors – Utah Jazz: um dos jogadores que tem sofrido mais com o desaparecimento do 4 clássico. Favors é demasiado lento para estar ao mesmo tempo que Gobert em campo, mas consegue, ainda assim, oferecer bastante ao jogo ofensivo dos Jazz, principalmente quando incluído na segunda unidade. Continuará a fazer vários jogos na sua posição principal, mas será a trabalhar na sombra de Gobert que mais oportunidades poderá ter para brilhar.

19. Kelly Olynyk – Miami Heat: não fosse o regresso de Wade a meio da época e Olynyk teria sido a grande aquisição dos Heat na temporada passada. Confortável a jogar a 4 ou a 5, o canadiano mostrou em Miami aquilo que raramente tinha conseguido nos Celtics de Brad Stevens e foi uma das grandes razões para Whiteside, o mais bem pago dos Heat, ter sido posto de parte em tantos quartos períodos. O lançamento exterior e visão de jogo de KO serão novamente cruciais para a luta pelos playoffs de Erik Spoelstra e dos Heat.
18. Kyle Kuzma – Los Angeles Lakers: não é difícil adivinhar que o jogo de Kuzma dará um salto com a chegada de LeBron James à California. Resta saber é quanto Kuzma ainda conseguirá crescer, após uma temporada de estreia a todos os níveis surpreendente. Com uma capacidade ofensiva interessante e que complementa o jogo de James, Kuz deverá ter direito a muitos minutos pelos Lakers nesta temporada.
17. Ersan Ilyasova – Milwaukee Bucks: andou perdido mais de meia temporada em Atlanta, mas ainda foi a tempo de ajudar na fantástica fase final de temporada dos Sixers. Agora, de regresso a Milwaukee, tem tudo para manter o nível. A trabalhar de novo com Mike Buddenholzer e num ataque comandado por Antetokounmpo, a agressividade e tiro exterior do turco serão armas bastante interessantes para os Bucks.
16. Jaren Jackson Jr. – Memphis Grizzlies: uma época de constante evolução em Michigan State valeram a JJJ a entrada na NBA pela porta grande. Escolhido na posição número quatro pelos Grizzlies, assume-se como o melhor na sua posição nesta classe e deverá ter espaço e tempo para mostrar o que vale em Memphis. O tiro exterior e a defesa são as suas armas principais, características fundamentais para um “Power Forward” nos dias de hoje.
15 a 11
15. John Collins – Atlanta Hawks: mais do que um “saltão”, Collins tem aproveitado a reconstrução dos Hawks para dar nas vistas. Com um base como Trey Young agora na sua equipa, alguém que gosta de partilhar a bola, a capacidade de rotação para o cesto ou de saída para o lançamento exterior após bloqueio direto do poste Collins serão jogadas vistas uma e outra vez nos jogos dos Hawks na nova temporada.
14. Nikola Mirotic – New Orleans Pelicans: começou a temporada a ser esmurrado por um colega em Chicago. Isso e a maneira como tornou os Bulls bom demais para uma equipa que queria perder jogos, levou-o até Nova Orleães, através de uma troca. Os Pelicans precisavam de alguém após a lesão de Cousins e Mirotic rapidamente se adaptou a jogar ao lado de Anthony Davis. O seu jogo exterior refinado foi um dos pontos principais na fantástica segunda metade da temporada dos Pelicans, que acabaram por varrer os Blazers nos playoffs. Espera-se o mesmo tipo de conexão com a grande estrela da equipa por parte do “sniper” espanhol.
13. James Johnson – Miami Heat: foi um dos melhores da turma de Spoelstra, mesmo com uma hérnia que o incomodou durante grande parte da temporada. Na nova época e totalmente recuperado, deve voltar ao nível de há duas temporadas atrás, onde se assumiu como o “LeBron” dos pequenos, com a sua capacidade de distribuição, força no ataque ao cesto e defesa no perímetro. É um “Point-Forward”, um base no corpo de um extremo/poste, algo essencial na NBA de hoje.

12. Carmelo Anthony – Houston Rockets: depois de uma temporada, no mínimo, complicada em OKC, Carmelo tenta o regresso à ribalta em Houston. Para isso, terá de se habituar ao “run and gun” de Mike D’Antoni e a jogar fora da bola com James Harden e Chris Paul. A experiência com Westbrook foi má, mas cabe a Melo mudar o seu jogo de modo a voltar a ser o jogador que um dia foi e ao seu treinador perceber também o que de melhor tem o jogo de Anthony para poder ajudar os Rockets.
11. Paul Millsap – Denver Nuggets: discreto, mas eficaz. Pouca gente se lembra de Millsap em qualquer discussão sobre basquetebol, mas a verdade é que o experiente poste é um All-Star (até já o foi quatro vezes), uma máquina de pontos à volta da área restritiva e o complemento ideal para Nikola Jokic em Denver.
10 a 6
10. Lauri Markkanen – Chicago Bulls: depois da primeira temporada do finlandês em Chicago, os Bulls parecem ter encontrado a peça à volta da qual querem construir. Markkanen é grande, movimenta-se bem e tem um excelente lançamento exterior, o que faz dele uma ameaça constante no ataque. Lauri terá a paciência de uma equipa em plena reconstrução e o tempo de jogo necessário para crescer junto dos melhores jogadores do planeta.
9. Julius Randle – New Orleans Pelicans: uma das mudanças mais interessantes do verão. Os Lakers decidiram deixá-lo sair e os Pelicans aproveitaram. Randle deverá sair do banco para comandar a segunda unidade, com Mirotic e Davis no cinco inicial e isso até pode beneficiá-lo. Nas previsões dos especialistas pré-temporada, Randle é um dos grandes candidatos a “Most Improved Player” para a nova temporada, o que atesta bem do acerto desta mudança, tanto para os Pelicans como para Randle.
8. Brandon Ingram – Los Angeles Lakers: a sua envergadura, estatura e liberdade de movimentos fazem lembrar Kevin Durant. E embora ainda não esteja ao nível do jovem KD, é a esse nível que os Lakers esperam que Ingram chegue. “Empurrado” para a posição 4 com a chegada de LeBron James, Ingram terá de defrontar adversários mais fortes fisicamente, mas poderá (e terá) de usar a sua velocidade para os ultrapassar. O jovem Brandon é aquele que tem um limite mais alto no seu crescimento e os Lakers esperam que o seu crescimento comece a aumentar.

7. Dario Saric – Philadelphia 76ers: o elemento mais subvalorizado da jovem armada dos Sixers. Um poste que faz um pouco de tudo e que teve uma excelente segunda temporada na NBA. O croata é bastante agressivo nas tabelas e sabe jogar perto e longe do cesto, com um lançamento exterior respeitável. A sua defesa é o ponto mais preocupante, mas tem melhorado com o tempo, sendo que com a qualidade defensiva dos seus colegas, Saric nem precisa de se preocupar tanto com esse lado do campo.
6. Draymond Green – Golden State Warriors: a âncora defensiva da melhor equipa da liga. Os números de Green nunca explanam o que o poste faz em campo e o que significa para a equipa de Steve Kerr, mas Draymond sabe que tem a confiança dos seus colegas e do seu treinador para comandar uma das melhores defesas da liga. Um jogador que permite que Curry ou Durant se possam concentrar muito mais no seu jogo ofensivo.
5.

Tobias Harris – Los Angeles Clippers: tem sido uma carreira em crescendo a de Tobias, que vai entrando no seu auge. O constante nível alto ofensivamente das últimas temporadas valerá um cheque chorudo no final da temporada a Harris, que já recusou a extensão com os Clippers. O extremo tem um jogo ofensivo bem interessante, num mix de lançamento exterior e ataque ao cesto para um jogador que sabe criar o seu lançamento e será uma das pedras basilares de uns Clippers que podem surpreender.
4.

Blake Griffin – Detroit Pistons: trocado para Detroit por Tobias Harris, o primeiro ano de Griffin na Motor City esteve longe de ser famoso. Os Pistons falharam os playoffs e Griffin esteve bem, mas não excelente e até muito longe dos seus melhores tempos em LA. Há muitas dúvidas sobre a capacidade de Blake conseguir ser ainda a estrela principal de uma equipa da NBA, algo que iremos descobrir na nova época, com novo treinador em Detroit, Dwane Casey, que levou os Raptors ao primeiro lugar do Este no ano passado.
3.

Aaron Gordon – Orlando Magic: o super-atlético Aaron Gordon lá acabou por renovar com os Magic, que andam há já vários anos longe das decisões e com vários problemas de direção e gestão da equipa. O extremo/poste é um dos mais fortes jogadores a atacar o cesto, tem um tempo de salto incrível e afunda com demasiada facilidade. Mas o seu jogo inclui ainda uma constante evolução no lançamento exterior e uma defesa no perímetro bastante respeitável. Gordon é o futuro dos Magic e, caso se consiga manter longe das lesões, deverá ser uma das figuras do Este.
2.

Kevin Love – Cleveland Cavaliers: primeiro saiu Kyrie e depois LeBron, sobrando Kevin Love em Cleveland. Sem James, os Cavs passam de melhor equipa do Este a equipa fora dos playoffs mas Kevin Love tem tudo para uma boa época. Basta lembrar o que fazia em Minnesota antes de rumar aos Cavs para perceber o que pode fazer Love quando é a estrela da equipa. Os Cavaliers querem mostrar que podem chegar aos playoffs e, mesmo que isso seja um objetivo complicado, o jogo completo de Love é o que os pode colocar mais perto de atingir essa meta.
1.

LaMarcus Aldridge – San Antonio Spurs: juntamente com DeRozan, Aldridge é a grande esperança dos Spurs para manterem sua a série de chegadas aos playoffs. A lesão do base Dejounte Murray vem complicar essa tarefa, mas o toque de classe ofensivo de Aldridge colocará sempre os Spurs mais perto do objetivo. LaMarcus atua melhor à volta da área restritiva com o lançamento de meia-distância, que é também a imagem de marca de DeRozan. Saiba Popovich fazer coexistir o jogo dos dois e os Spurs poderão ter uma boa época.
Foto de Capa: Cleveland Cavaliers
Artigo revisto por: Rita Asseiceiro









