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Lebron James, Stephen Curry, Kevin Durant e Chris Paul são alguns dos nomes que mais se destacam na NBA atualmente. É na liga norte-americana que nascem as lendas e os nomes que mais entoam quando se pensa neste desporto e é o espaço perfeito para se brilharem porque é a liga da magia, das melhores exibições e do espetáculo.
Mas a verdade é que há nomes que não têm tanto reconhecimento como deviam por aquilo que fazem em campo e pelo que contribuem para os bons resultados e para as exibições das suas equipas. E isso pode ter vários motivos como a classificação das equipas, a presença de outros nomes soantes na mesma equipa ou da ausência em Jogos All-Star.
Foto de Capa: NBA
Artigo redigido por Leonardo Pereira
5.

Jalen Brunson (Dallas Mavericks) – Jalen Brunson não faz qualquer juz à sua posição no draft de 2018: escolha n.º 33 da segunda ronda. Apesar da escolha tardia, os Dallas Mavericks conseguiram uma aposta ganha ao garantir este nome.
Brunson é um jovem base de extrema qualidade que vive um pouco sombra do All-Star Doncic e daí não receber tanto reconhecimento por aquilo que faz em campo.
Tem evoluído constantemente a nível de estatísticas desde que chegou à NBA e assume muito bem o jogo quando está ativo. Conta atualmente com 16.2 pontos por jogo e 5.3 assistências por jogo.
É muito inteligente em campo, com grande visão de jogo e destemido, sem medo de atacar o cesto e com uma impressionante capacidade de tirar o adversário do caminho. É imprevisível e pode ser um pesadelo para a equipa adversária.
4.

Fred Vanvleet (Toronto Raptors) – O base canadiano é um dos nomes mais importantes dos Toronto Raptors e nem sequer foi escolhido no draft de 2016. Provavelmente agora os arrependimentos são alguns porque foram os Raptors que apostaram no base de vinte e oito anos e está cada vez melhor e com números cada vez mais impressionantes.
Conduziu a sua equipa até ao atual sétimo lugar da Conferência Este contribuindo com 21.4 pontos por jogo e 6.9 assistências por jogo. São números realmente impressionantes para um nome que foi ao All-Star Game e em que ninguém decidiu apostar e mal
Assume muito bem os desenhos ofensivos dos Raptors, está cada vez melhor da linha de três pontos e é muito rápido nas decisões. É um nome realmente digno de aposta do Toronto Raptors para os próximos anos.
3.

De’Aaron Fox (Sacramento Kings) – O jogador dos Sacramento Kings oriundo da Universidade de Kentucky foi a escolha nº 5 de 2017 e foi uma das únicas boas escolhas da equipa da Conferência Oeste nos últimos drafts.
De’Aaron Fox é um jovem base que está aos poucos a provar que merece ser um nome que merece estar em discussão para ser All Star. É sem dúvida um dos jogadores mais rápidos ou até o mais rápido da NBA, com uma versatilidade diferenciada, destemido, que penetra a defesa sem receio e que sem dúvida tem exibições que se destacam constantemente.
Fox está com números impressionantes, contando com 22,5 pontos por jogo e 5.9 assistências. Nos últimos onze jogos, o jovem base conta com 28.3 pontos por jogo. Destaque para o encontro do último sábado com os Dallas Mavericks onde apontou quarenta e quatro pontos.
Está a afirmar-se cada vez mais na liga norte-americana numa equipa que perdeu Haliburton e Buddy Hield para a troca com Sabonis na procura de outro rumo. Quem sabe um dia em que os Sacramento Kings estejam bem na classificação, mereça ser All-Star.
2.

Tobias Harris (Philadelphia Sixers) – A classificação e o bom desempenho da equipa de Filadélfia não se deve apenas a Embiid e a Harden (recentemente). O já experiente jogador dos Sixers contribui com grandes números para o segundo lugar da Conferência Este. Conta com 17.9 pontos por jogo e 7.1 ressaltos por jogo. A sua presença em campo é crucial e apresenta uma grande ligação com Joel Embiid, fundamental para as exibições dos Sixers.
O seu jogo exterior já teve melhores números mas a verdade é que é realmente interessante. O seu jogo imprevisível e a forma como protege a bola nos seus ataques torna-o importante para os desempenhos da equipa de Filadélfia.
Tobias Harris não recebe o devido reconhecimento devido à presença do gigante Joel Embiid e agora de James Harden. Foi escolhido no draft de 2011, e em onze anos já mostra a sua experiência.
1.

Mikal Bridges (Phoenix Suns) – O sucesso dos Phoenix Suns não se deve apenas a nomes como Devin Booker ou a Chris Paul. A equipa da Conferência Oeste tem uma das melhores uniões coletivas da liga e Mikal Bridges é um nome que contribui muito para esse facto e para as excelentes exibições da equipa.
O extremo é uma arma ofensiva e defensiva muito boa para a equipa de Phoenix. É muito rápido, sabe-se posicionar em campo, ágil e contribui muito para os desenhos ofensivos. Na parte defensiva, é cada vez um melhor defensor. Apesar de não ter os melhores números defensivos, de longe, contribui muito para que os Suns tenham uma das melhores defesas da liga e fazendo com que muitos jogadores que vemos a marcar muitos pontos, não o consigam fazer contra a sua equipa.
Os seus números ofensivos têm melhorado, contando com 13.2 pontos por jogo e em fevereiro contou com 19 pontos por jogo. É um nome que em termos estatísticos não é o melhor, mas se não estiver em campo, é notável a diferença.









