Publicidade

The Truth: O Adeus 19 anos Depois

Joana Libertador · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho modalidadesPaul Pierce, que já havia anunciado que se retiraria no final da temporada, viu a sua carreira acabar com a eliminação dos LA Clippers frente aos Utah Jazz. Depois de sete jogos, a equipa de Utah levou a melhor sobre a de Los Angeles e seguiu em frente nos playoffs.

Pierce, conhecido como The Truth, foi a décima escolha no draft de 1998 e jogou, durante 15 anos, com a camisola dos Boston Celtics, clube que o teve, e tem, como ídolo. Aliás, o clube já avançou com a possibilidade de retirar a camisola número 34 em homenagem ao jogador. A dedicação e amor à equipa de Boston acabaram por ser “recompensados” somente em 2008.

Paul Pierce, Kevin Garnett, Ray Allen, Kendrick Perkins e Rajon Rondo fizeram dos Celtics a melhor equipa da época de então, tendo vencido os Lakers na final por 4-2. O camisola 34, para além do anel de campeão, foi considerado o MVP das finais.

Em 2013, saiu da equipa que o acolheu durante quase toda a sua carreira, e, nos últimos quatro anos, passou pelos Brooklyn Nets, Washington Wizards e, por fim, Los Angeles Clippers.

É inegável a qualidade do, agora, ex-jogador. Após 19 anos, termina a carreira, aos 39, como 15.º melhor marcador da história, com uma média de 19.7 pontos, 5.6 ressaltos e 3.5 assistências por jogo. O ala contou ainda com dez participações no All Star Game.

 

Foto de capa: NBA

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

 

Joana Libertador

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.