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Antevisão Vuelta a España: Principais candidatos, outsiders e possíveis surpresas

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Chegados à segunda quinzena de agosto, a Vuelta a España torna-se a atração principal do calendário velocipédico, sendo a última das três grandes voltas do ano e a derradeira oportunidade para muitas equipas se libertarem de uma imagem mais débil que possam ter transparecido até agora. Esta sexta-feira (dia 19 de agosto), inicia-se, portanto, a 77.ª edição da Volta a Espanha, com a grande partida a acontecer pela quarta vez na história fora de território espanhol, na cidade neerlandesa de Utrecht, com um sempre fascinante contrarrelógio por equipas de 23,3 km; e com o término da prova a ocorrer no dia 11 de setembro, na capital espanhola, Madrid, numa etapa que se prevê que possa sorrir aos sprinters ainda presentes na competição.

À partida desta Vuelta, caso não haja imprevistos de última hora que não possam ser solucionados, estarão 184 ciclistas (de 23 equipas), que, na sua maioria, darão tudo o que têm e até o que não têm em prol dos seus objetivos pessoais e dos objetivos coletivos traçados pelos seus diretores desportivos durante os 21 dias de competição, intercalados por três muito úteis dias de descanso.

Esta fascinante edição da prova rainha do calendário espanhol de Ciclismo de estrada conta com as sempre notáveis presenças de 5 ex-vencedores, sendo eles: o “Tubarão de Messina”, Vincenzo Nibali; “El Bala”, Alejandro Valverde; o retornado Chris “Froomey”; o vice-campeão do Paris-Nice deste ano, Simon Yates; e o vencedor do Paris-Nice e do Critérium du Dauphiné desta temporada, Primoz Roglic. No que aos portugueses diz respeito, são três os lusos que vão disputar a prova: Ivo Oliveira e João Almeida, da UAE Team Emirates, e Nélson Oliveira, da formação espanhola da Movistar.

No que toca à classificação geral, há uma série de etapas que se esperam ter um maior impacto na definição desta, merecendo destaque: as etapas de alta montanha (8, 12, 14, 15, 18, 19 e 20), algumas tiradas de média montanha (5, 6, 9 e 17), o contrarrelógio por equipas da etapa 1, o contrarrelógio individual da etapa 11 e as duas etapas em linha nos Países Baixos, que podem ter grande importância se houver a presença de ventos cruzados.

Foto de Capa: La Vuelta

O Miguel é um estudante universitário natural do Porto, cuja paixão pelo desporto, fomentada na infância pelos cromos de Futebol que recebia e colava nas cadernetas, considera ser algo indescritível. Espetador assíduo de uma multiplicidade de desportos, tentou também a sua sorte em algumas modalidades, sem grande sucesso, tendo encontrado agora na análise desportiva uma oportunidade para cultivar o seu amor pelo desporto e para partilhar com os demais as suas opiniões, nomeadamente de Ciclismo, modalidade pela qual nutre um carinho especial.

O Miguel é um estudante universitário natural do Porto, cuja paixão pelo desporto, fomentada na infância pelos cromos de Futebol que recebia e colava nas cadernetas, considera ser algo indescritível. Espetador assíduo de uma multiplicidade de desportos, tentou também a sua sorte em algumas modalidades, sem grande sucesso, tendo encontrado agora na análise desportiva uma oportunidade para cultivar o seu amor pelo desporto e para partilhar com os demais as suas opiniões, nomeadamente de Ciclismo, modalidade pela qual nutre um carinho especial.

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