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Déjà-vu ou sonho tornado realidade? A disputar-se na região da Flandres, Bélgica, o Campeonato do Mundo de ciclismo de estrada terminou com nova vitória de Julian Alaphilippe na corrida de elite masculina.

O traçado acidentado que marcou a ligação entre Antuérpia e Leuven prometia uma corrida entusiasmante para fechar a 88ª edição de uma das competições de ciclismo mais prestigiadas a nível internacional.

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Alavancado por uma moldura humana espetacular, o termo emoção foi sinónimo desta corrida, assim como sabedoria e Loulou foram tudo menos antónimos.

Um ataque de longe, repleto de ousadia e disponibilidade física, criou um espaço que se revelou suficiente para reduzir as ambições dos seus adversários, principalmente de Wout van Aert, que a correr em casa era apontado como o grande favorito.

A renovação do título vale ao francês a camisola arco-íris por mais uma temporada, juntando-se ainda a uma lista de apenas seis nomes que conseguiram vencer por duas vezes consecutivas esta corrida.

Repleto de simbolismo, este triunfo entra também em congruência com o nível das inúmeras consagrações ao longo de uma semana “belga” de ciclismo.

Entre revelações nos escalões mais jovens, surpresas na corrida de elite feminina e várias prestações de destaque, setembro foi o mês das nações do ciclismo lutarem pelas medalhas com selo da União Ciclística Internacional, tanto na prova mundial, na Flandres, como no Campeonato Europeu, realizado em Itália, que antecedeu esta competição.

Foto de capa: UCI

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