Publicidade

Tour of Chongming Island: Só deu Wiebes

José Baptista · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Foi uma exibição impressionante e ao alcance de muito poucas atletas aquela com que Lorena Wiebes nos brindou no Tour of Chongming Island.

A holandesa partia como a principal favorita e não se fez rogada, triunfando em todas as etapas e levando assim também de vencida a Geral, os Pontos e a Juventude. 

Foram quase três finais de etapa tirados a fotocópia, tal foi a supremacia de Wiebes. Até poderia parecer aborrecido, mas a verdade é que dá imenso gosto ver a forma como a jovem sprinter domina a concorrência.

A sua compatriota Nina Kessler foi outra das figuras centrais da prova chinesa, vencendo duas das três contagens de quarta categoria presentes no percurso para vencer a classificação da Montanha, além de terminar sempre entre as dez melhores da etapa e finalizar a Geral no quarto posto.

No entanto, à sua frente ficaram ainda a tailandesa Jutatip Maneephan e a belga Lotte Kopecky. Para a tailandesa de 30 anos, foi uma prova surpreendente em que mostrou ter qualidade para ombrear com as atletas europeias, fazendo segundo em duas das etapas.

Já para Kopecky, foi certamente uma desilusão. A jovem belga tinha uma oportunidade de ouro para se afirmar e mostrar a sua progressão no sprint, mas nunca foi capaz de dificultar a vida a Wiebes.

Ainda assim, a grande desilusão da prova foi a Mitchelton-Scott. Sarah Roy foi incapaz de disputar as chegadas, terminou muito atrás na Geral e, para piorar ainda mais a situação, Grace Brown esteve envolvida numa queda na primeira jornada da qual saiu lesionada, tendo que desistir.

A participação portuguesa esteve a cargo de Daniela Reis, que teve uma prova discreta, finalizando no 69.º posto da Geral.

Foto de Capa: Parkhotel Valkenburg

José Baptista

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.