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“Vanderpoelismo”: eis o termo improvisado que traduz uma espécie de culto sobre um dos atletas mais excitantes da nova geração no ciclismo. Na mesma medida do “Landismo” e de outras crenças devotas a pensar fora da caixa, Mathieu van der Poel é o nome do perpetuador desta requintada forma de encarar Ciclismo, consolidando-se cada vez mais como um atleta de elite dentro da modalidade.

Para os mais desatentos, por “Vanderpoelismo” entende-se o carácter autoritário, dominador e polivalente de um autêntico canibal que, com apenas 26 anos de idade, detém inúmeros títulos de elite em três especialidades diferentes: estrada, MTB e cyclo-cross.

Herdeiro de dois degraus genealógicos repletos de talento para manusear a bicicleta, não fosse neto do grande Raymond Poulidor e filho do reconhecido Adrie van der Poel, o corredor natural dos Países Baixos deu mais um passo rumo à construção de uma figura memorável com a conquista de uma etapa na Volta a França, envergando a camisola amarela, num dos momentos mais emotivos da história ciclística recente.

Se gosta de uma boa história, com tons emocionantes e improváveis, sente-se e relaxe. Todo este livro gira em torno dos tais antepassados de Mathieu van der Poel: o incrível background desta família, nomeadamente do seu avô Raymond Poulidor e do significado enorme da conquista do líder da Alpecin-Fenix em memória do também conhecido por “eterno segundo”.

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Foto de Capa: Alpecin-Fenix Cycling Team

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