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Enquanto Froome, Contador e Porte lutam pela camisola amarela no Critérium du Dauphiné, o ciclismo continua a rolar por mais estradas afora e o próximo caminho é em terras suíças. A Volta à Suíça, tal como o Dauphiné, é uma das provas mais importantes do circuito mundial, fora as três Grandes Voltas.

Tal como a corrida em França (ainda mais, tendo em conta a lista de presenças), esta corrida na Suíça mostra um pequeno vislumbre do que poderemos vir a ter no Tour entre os mais variados candidatos. Provavelmente, os ciclistas mais mediáticos presentes nesta edição da Volta à Suíça lutarão, no Tour, por um possível pódio ou um top’5/10, mas não deixarão de dar o devido espetáculo nesta prova que antecede, então, a mítica Volta à França.

Antes, esta era mesmo a corrida de eleição para provas de uma semana. Perdeu um pouco deste seu prestígio mas continua a apresentar uma grande qualidade, quer em termos de perfis de etapas, quer em termos de inscritos para a corrida e das respetivas equipas presentes. Por exemplo, figuras como Scarponi, Siutsou, Atapuma, Dupont ou Dombrowski, que marcaram, juntamente com outros ciclistas, o Giro d’Itália deste ano, estão igualmente na lista para esta volta.

No meio disto tudo, um português poderá fazer história. Estou a falar, claro, do próprio Rui Costa! Depois de ter ganho três edições seguidas, no ano passado decidiu mudar um pouco a sua preparação para o Tour e fazer o Dauphiné. Pode discutir-se a decisão, mas a verdade é que os resultados apareceram e um pódio na prova francesa foi conseguido justamente. Neste ano, volta para tentar o “tetra campeonato” e ficar na história da prova como o ciclista que mais vezes venceu o Tour de Suisse (juntamente com outros três nomes importantes que marcaram um pouco o ciclismo e, principalmente, esta prova, com quatro conquistas cada um).

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