Publicidade

CUL 18/19 – AAFDL 0-4 AEISEG: pena pesada para os homens de Direito

Redação BnR · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Os Advogados da Cidade Universitária, vindos de uma vitória, e os Economistas de Santos, a procurar apagar a derrota anterior, encontraram-se na segunda jornada dos Campeonatos Universitários de Lisboa. Com uma entrada fulgurante em jogo, a equipa do ISEG teve as primeiras oportunidades de golo da noite, acabando por inaugurar o marcador aos 21 minutos: canto batido na esquerda e Guilherme Vieira, nas alturas, a não dar hipóteses a Tomás Rodrigues. O guardião de Direito estava, até então, a realizar uma exibição monstruosa. Mas, quatro minutos depois, os iseguianos voltariam a marcar: Afonso Figueira, com um grande trabalho individual, disparou rasteiro para o segundo.

No segundo tempo, apesar da desvantagem, os advogados entregaram-se com tudo ao desafio, e mostraram que a toalha ainda não tinha sido deitada ao chão. Contudo, os “Economistas de Santos” estavam precavidos para as iniciativas da FDL, e nem a introdução de Laelson em campo alterou o rumos dos acontecimentos.

Quando o jogo parecia estar morno, com a chuva a cair intensamente no sintético 7, o ISEG conseguiu chegar ao terceiro: novamente na sequência de um pontapé de canto, Rodrigues ainda se esticou, mas não travou o cabeceamento de Miguel Reis. Os homens de Direito, completamente desolados, ainda sofreram um quarto e último golo, aos 74 minutos: André Alvega arrancou no corredor esquerdo, e fez a segunda assistência da conta pessoal; João Melo, com a baliza escancarada, não vacilou.

A AEISEG somou assim os primeiros três pontos da temporada, enquanto a AAFDL não conseguiu dar continuidade ao bom resultado da primeira jornada. Na próxima semana, os economistas defrontam a AEFCM, enquanto Direito tem um encontro dificílimo frente ao atual primeiro classificado, a AEISCAL.

Onzes Iniciais:

AAFDL: Tomás Rodrigues, Francisco Araújo, Gonçalo Barreto, Miguel Máximo, Paulo Pena; Tomás Ribeiro, Tomé Cardoso, Gonçalo Maurício; Tiago Caleça, Miguel Costa, Filipe Rosa.

AEISEG: Leonardo Ferreira, Miguel Reis, Guilherme Vieira, Henrique Vieira; Bruno Soares, Vasco Caçoila, Jorge Faria, André Alvega, Bernardo Varela; Afonso Figueira, João Gaspar.

Flash interview:

Jogo completo:

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.