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Seth Rollins e um severamente lesionado Cody Rhodes marcaram este evento no único combate Hell in a Cell do mesmo, com um desempenho cativante e corajoso do American Nightmare, que lutou com o músculo peitoral rasgado.
De resto, tirando um ótimo combate inicial, este Hell in a Cell não passou de um episódio normal do Monday Night Raw.
Nota do evento: 7/10
Foto de Capa: WWE
BATAM PALMAS A BIANCA BELAIR, ASUKA E BECKY LYNCH
Velocidade, investimento emocional e entusiasmo marcaram este Triple Threat Match pelo Raw Women’s Championship. As três lutadoras tinham uma química perfeita, na qual se baseou um combate em que todas tiveram hipótese de ganhar.
Existiram vários false-finishes convincentes, e a vitória poderia cair para qualquer uma. Becky Lynch tentava sempre aproveitar os golpes aplicados pelas adversárias para roubar a vitória, mas, no final o feitiço virou-se contra o feiticeiro. A irlandesa conectou o Man-Handle Slam na nipónica, mas a EST tirou Lynch do ringue, fez o pin em Asuka e venceu o combate.
Nota do combate: 8/10
BOBBY LASHLEY SUPERA OMOS E UM FRAGILIZADO MVP
Omos, com uma pequena ajuda de MVP, dominou o All Mighty, que só conseguiu dar a volta por cima após uma pequena assistência de Cedric Alexander.
Lashley aplicou o Spear em MVP e fez o mesmo a Omos. Usou, depois, o Hurt Lock em MVP para vencer por submissão.
Nota do combate: 6/10
KEVIN OWENS VENCE EZEKIEL… OU ELIAS?
Uma das histórias mais cativantes do Monday Night Raw também teve palco neste evento, com a estreia de Ezekiel, o irmão mais novo de Elias (por mais que Kevin Owens não acredite) num premium live event.
Tratou-se de um combate bem disputado, com Owens a ficar frustrado com a capacidade física e atlética de Ezekiel. Ainda assim, KO venceu de forma extremamente convincente: dois superkicks, uma canon-ball e o tiro final foi o Stunner.
Nota do combate: 7/10
JUDGEMENT DAY CONTINUAM POR CIMA
Combate extremamente equilibrado, entre dois trios muito fortes – Edge, Damien Priest e Rhea Ripley, contra AJ Styles, Finn Bálor e Liv Morgan. Boas manobras de equipa e ação sem parar. No fundo, houve bastante entretenimento.
No final, Bálor ia aplicar o Coup de Grâce a Edge, mas Rhea Ripley colocou-se à frente do seu líder, o que baralhou as contas do irlandês. Edge não quis saber disso e aproveitou a oportunidade para conectar o Spear e vencer o combate para a sua equipa.
Nota do combate: 7/10
MADCAP MOSS CONFIRMA A SUA SUPERIORIDADE
Numa história já muito cansada, Madcap Moss (que o público na arena apoiou imenso) finalmente terminou a rivalidade com Happy Corbin.
O final do combate até foi bastante violento: Moss prendeu uma cadeira no pescoço de Corbin e comprimiu-a com as escadas do ringue, aplicando, de seguida, o pin vitorioso.
Nota do combate: 6/10
THEORY CONTINUA ASCENSÃO METEÓRICA PERANTE HERÓI LOCAL
Mustafa Ali, a jogar na sua casa de Chicago, era o favorito do público, sendo este e a sua velocidade as maiores valências do próprio para tentar vencer o United States Championship de Theory. Já a artimanha do campeão era a sua maior arma. Após um combate bem disputado, Ali falhou o 450-splash e Theory venceu com o A-Town Down.
Nota do combate: 6,5/10
CODY RHODES, NUNCA NOS VAMOS ESQUECER DISTO
Antes de mais, veja-se a lesão que Cody Rhodes tinha antes de começar o combate:
Há que destacar também a roupa de Seth Rollins – a mesma que Dusty Rhodes, o pai de Cody, usara na (então) WWF. Antes deste combate começar, os dados estavam mais do que lançados.
Chegou a ser impactante ver Cody sofrer manobras assustadoras e cair no ringue. A própria mancha roxa da sua lesão pareceu mudar de cor. Mas o combate foi mesmo fantástico – uma história contada na perfeição.
O fim também foi muito bom: Cody aplicou o Pedigree, seguido de três Cross-Rhodes, e terminou com Seth Rollins, ao acertar-lhe com a marreta.
Devido a todo o esforço e dedicação de Cody em querer proporcionar o melhor combate possível aos fãs, apesar da sua debilitante condição física, este combate foi fabuloso, um dos melhores do ano, e merece ser celebrado durante muito tempo.
Nota do combate: 9/10
Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos










