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    Um segundo «prato» assente na regularidade | Saltos de Esqui

    Com o campeonato a entrar na fase final, era tempo dos incríveis homens “pássaro” regressarem a solo norueguês para aí cumprirem a quinta edição do mini torneio inserido na Taça do Mundo de Saltos de Esqui, o Raw Air, uma espécie de quatro trampolins,  mas em que apenas dois, Lillehammer e Oslo, são visitados, ambos na noruega.

    A defender o título de 2019, pretérita ocasião em que se realizara o certame estava Stoch, ele que já embolsara por duas vezes o mítico prato gigante, diga-se bem, bonito. Para além do polaco também Ryoyu e Kraft haviam arrecadado o troféu numa competição em que todos os saltos incluindo os das rondas qualificativas contam para erguer o galardão.

    A cidade sede dos Jogos de Inverno de 1994, Lillehammer dava o pontapé de saída com os atletas a serem acolhidos pelo Liysgardsbakken um trampolim de 140m, que vê o K-Point estar localizado aos 123m com o record fixado nos 146m  assinado por Simon Ammann desde 2009.

    Foto de Capa: FIS Ski Jumping

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    Diogo Rodrigues
    Diogo Rodrigueshttp://www.bolanarede.pt
    O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.
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