O ano transato foi o marco de uma nova era na competição entre carros de turismo. O Campeonato do Mundo de Carros de Turismo – WTCC – caiu por terra. A FIA já havia, no ano de 2017, tentado contornar a situação. Thed Bjork foi o último campeão do WTCC e a Volvo ganhou os construtores. 2018 trouxe-nos a Taça do Mundo de Carros de Turismo. Um compromisso entre a FIA, a Eurosport Events Limited e o Marcello Lotti da WSC, dono do conceito TCR.

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Carros mais baratos foi um dos grandes apelativos deste campeonato, já que no WTCC os carros eram cada vez mais “de pista” do que outra coisa. Não era uma coisa má, mas não acho que seja o espírito de carros de turismo. 

Em 2018, os regressos foram muitos. Yvan Muller regressou à competição, Pepe Oriola regressou à Taça, Gabriele Tarquini era o mais velho do pelotão, e claro, todos esperamos pelo regresso de Tiago Monteiro às pistas, a bordo do Honda Civic TCR, que fez a sua entrada solitária na ronda de Susuka, no Japão, a casa da Honda. 

Três corridas por fim-de-semana deram-nos muita ação. A ideia de transmitir a primeira corrida online, através do patrocinador oficial da Taça, a OSCARO, foi um pouco falhada, já que, nas rondas finais, pelo menos em Portugal, as três corridas passaram no Eurosport. 

No fim de 2018, o campeão foi Tarquini, o “avô” do pelotão. Na segunda posição ficou Muller, o segundo mais velho. Ora aqui temos um bom indicador de que velhos são os trapos e de que esta Taça pode contar com experientes e iniciantes – certamente as corridas serão interessantes.

Se Gabriele Tarquini era o mais velho do pelotão com 56 anos, o sobrinho de Yvan Muller deu nas vistas com um Honda Civic TCR. Ehrlacher tem apenas 22 anos
Fonte: Bola na Rede

Para 2019, algumas coisas mudaram. Primeiro, a pontuação. Com a quantidade extrema de pilotos interessados, o limite agora são 30 carros por corrida, sendo que os 15 primeiros pontuam, tal e qual acontece no MotoGP. Estivesse este sistema já em vigor em 2018, Yvan Muller seria campeão.