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2022 fórmula 1

Novo monolugar de Fórmula 1 para 2022: a revolução aerodinâmica

Parte da emoção do fim de semana do Grande Prémio da Grã-Bretanha deveu-se à divulgação das primeiras imagens, e do modelo em tamanho real, do monolugar que vai ser pilotado pela turma de 2022 da Fórmula 1.

Com um desenho aerodinâmico bastante distinto daquele em vigor desde a última mudança regulamentar de relevo (2018), o objectivo do carro de 2022 é claro: promover melhores corridas, ao facilitar uma maior proximidade entre os carros em luta directa na Fórmula 1.

A introdução dos dispersores aerodinâmicos por cima das rodas dianteiras e das coberturas de pneus, bem como a revisão do desenho das asas dianteira (simples e plana) e traseira (pontas arredondadas) irão permitir que menos “ar sujo” siga na direcção do carro perseguidor e seja direccionado para cima e fora da área de impacto aerodinâmico.

Para além de menor turbulência e maior estabilidade em curva, esta alteração deverá também proporcionar ao carro perseguidor maior fiabilidade dos componentes do carro e menor desgaste nos pneus dianteiros.

Fonte: Fórmula 1

Numa fase inicial, o sistema de DRS (asa móvel traseira) irá manter-se inalterado, mas a sua utilidade, e necessidade, será avaliada durante a época com vista a uma possível remoção em 2023.

Esse seria um sinal claro de que o esforço de possibilitar um menor impacto do fluxo de ar turbulento no carro perseguidor surtiu o efeito desejado.

Fonte: Fórmula 1

Concluída a licenciatura em Comunicação Social, o Carlos mudou-se para Londres em 2013, onde reside e trabalha desde então. Com um pai ex-piloto de ralis e um irmão no campeonato nacional de karts, o rumo profissional do Carlos foi também ele desaguar nas "águas rápidas" da Formula One Management, onde trabalhou cinco anos. Hoje é designer numa empresa de videojogos, mas ainda não consegue perder uma corrida (seja em quatro ou duas rodas).

Concluída a licenciatura em Comunicação Social, o Carlos mudou-se para Londres em 2013, onde reside e trabalha desde então. Com um pai ex-piloto de ralis e um irmão no campeonato nacional de karts, o rumo profissional do Carlos foi também ele desaguar nas "águas rápidas" da Formula One Management, onde trabalhou cinco anos. Hoje é designer numa empresa de videojogos, mas ainda não consegue perder uma corrida (seja em quatro ou duas rodas).

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