E-Prix do Mónaco: A bela estratégia da Jaguar

- Advertisement -
modalidades cabeçalho

De regresso ao principado do Mónaco, Mitch Evans (Jaguar) conseguiu a sua primeira vitória do ano, depois de ter liderado quatro vezes em anos diferentes, mas sem nunca ter vencido. Atrás de si terminou Nick Cassidy (Jaguar), fazendo assim um 1-2 para a equipa britânica. Para fechar o pódio, acabou Stoffel Vandoorne (DS Penske). Foi também a estreia do menino Taylor Barnard, de 19 anos e com a McLaren, depois de Sam Bird (McLaren) bater no treino livre e se lesionar na mão.

Deixamos aqui uma compilação dos momentos da corrida, com duas certezas: uma vitória fantástica e imensas asas dianteiras partidas.

A corrida de “casa” de Nato que não correu muito bem

Norman Nato (Andretti) foi a primeira vítima de um traçado estreito e que, qualquer erro dá aso a danos no carro. O francês teve a sua asa dianteira partida e a danificar também o pneu, tendo mesmo de a trocar nas boxs para continuar a corrida.

Feia batida de Mortara

Não foi bem a corrida que a Mahindra esperava, muito menos quando Edoardo Mortara bateu no muro de pneus e ficou fora da corrida. Inicialmente pensava-se que poderia ter sido um toque de Sette Camara (ERT) que disputava a curva com o suíço, mas acabou por ser um erro próprio. Perdeu a traseira e, sem grande margem para erros, bateu e trouxe o primeiro Safey-Car para a pista. Felizmente, o piloto encontra-se bem.

Evans para a liderança, Cassidy logo atrás

Foi o momento crucial da corrida. Com a ultrapassagem de Evans a Vandoorne e Cassidy a seguir o seu compatriota, a Jaguar meteu em ação a estratégia perfeita para o Mónaco – proteger a posição a todos os custos. Enquanto Evans ativava os seus dois Attack Mode, Cassidy controlava o ritmo de todos os pilotos atrás de si, que nem o tentavam ultrapassar com receio do erro. Quando terminadas as duas ativações, chegou a hora de trocar as posições. Evans fez exatamente a mesma proteção que o seu companheiro de equipa, deixando-o ativar os AM de forma tranquila. Cassidy cedeu a liderança a Evans, que de lá não saiu mais.

O toque para mais um Safety-Car

Nico Muller (ABT Cupra) viu a sua corrida terminar ligeiramente mais cedo depois de Jake Hughes (McLaren) lhe dar um toque e o meter no muro da penúltima curva. Por ser num sítio que parecia complicada a retirada do carro, o Safety-Car Porsche Taycan foi novamente chamado à pista para juntar o grupo todo.

A próxima corrida será em Berlim, no dia 11 de maio.

Ana Catarina Ventura
Ana Catarina Venturahttp://www.bolanarede.pt
Esta é a Ana Catarina. Apaixonou-se pela Fórmula 1 com 14 anos e a partir desse momento, descobriu o mundo do desporto motorizado. Graças a isso, seguiu o caminho do jornalismo até se licenciar em Jornalismo e Comunicação, na capital do Alto Alentejo.

Subscreve!

Artigos Populares

Manchester City: principal candidato à sucessão de Pep Guardiola ainda tem contrato com o… Chelsea

O Manchester City pode perder Pep Guardiola no final da época. Enzo Maresca é o grande candidato à sua sucessão.

Rodri deixa alerta importante: «Ou paramos, ou não chego aos 32 anos»

Rodri voltou a defender que o número de jogos por temporada tem que ser reduzido, para proteger os jogadores.

Hidemasa Morita deixa mensagem: «Quando faltar a inspiração que não falte a atitude»

Hidemasa Morita reagiu à passagem do Sporting à final da Taça de Portugal, depois de eliminar o FC Porto nas meias-finais.

River Plate começa negociações com Nicolás Otamendi

O River Plate começou as negociações para garantir a contratação de Nicolás Otamendi, defesa que representa o Benfica.

PUB

Mais Artigos Populares

Morten Hjulmand em risco de falhar o resto da temporada e Sporting avança com participação

O Record adianta que o Sporting vai apresentar uma participação ao CD contra Gabri Veiga pelo lance que causou a lesão de Morten Hjulmand.

Jan Bednarek ataca arbitragem do Clássico: «É difícil para muitos polacos imaginarem o que está a acontecer em Portugal»

Jan Bednarek voltou a criticar a arbitragem do FC Porto x Sporting, referindo que reflete um grande problema do futebol português.

Francesco Calzona deixa a seleção da Eslováquia

Francesco Calzona deixa comando da seleção da Eslováquia após quatro anos, optando por não renovar contrato com a federação.