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Jacarta E-Prix: Mitch Evans vence primeiro E-Prix de sempre na Indonésia

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A HISTÓRIA DA CORRIDA: A ESTRATÉGIA QUE RENDE VITÓRIAS

A começar da pole position pela 15.ª vez, Jean Eric Vergne arrancou muito bem ao segurar o seu primeiro lugar, enquanto Mitch Evans tentava ultrapassar António Félix da Costa para o segundo lugar, mas sem sucesso. Quem teve menos sorte foi Oliver Rowland, que bateu no muro e ficou fora da corrida, trazendo o Safety-Car para a pista (o tempo gasto atrás do SC irá ser adicionado no final da corrida).

No relançar da corrida, Félix da Costa perdeu a posição para Evans depois de um bloqueio dos pneus na travagem. Com o Attack Mode disponível para os pilotos, foi Robert Frijns, que estava para o fim do pelotão, o primeiro a ativá-lo. Algumas voltas mais tarde, os dois DS Techeetah perderiam o primeiro e terceiro lugares para também ativarem os seus modos de ataque. Vergne recuperar o primeiro lugar depois de Evans também ter ido também ao Attack Mode, com Mortara no meio de ambos, ainda com o AM por ativar.

Com 25 minutos, mais uma volta para o fim da corrida, o piloto português ativou o seu segundo AM enquanto Mortara ativaria o seu primeiro da corrida. Ambos caíram para trás de Jake Dennis, que ultrapassaram com facilidade. Vergne também ativou o seu, e perderia o primeiro lugar para Evans, mas rapidamente ultrapassaria o piloto neozelandês após ativar o modo de ataque.

O líder do campeonato de Formula E, Stoffel Vandoorne, teria alguns problemas com a ativação do AM, falhando mesmo uma ativação por não conseguir seguir o traçado que é necessário. Teria de passar por lá uma vez mais, enquanto estava na quinta posição. Numa das tentativas para o primeiro AM, teria mesmo de segurar o carro para não bater no muro.

Foi só à volta 24 que Mortara ativou o seu segundo modo de ataque, numa estratégia que já se revelou certeira em algumas ocasiões. Uma volta mais tarde, Evans ativava o seu última AM, muito depois de Vergne ter ativado o seu. Com a ajuda de Fanboost, Da Costa ultrapassaria Mortara para o terceiro lugar, sem durar muito tempo, pois voltaria a cair para P4.

Perto do final da corrida, Evans começou a ficar mais perto de Jean Eric Vergne, ambos com AM já utilizados e ambos com fanboost por usar. Foi na volta 31, com menos de sete minutos mais uma volta para o final da corrida, que Evans ultrapassou o francês para a liderança da corrida.

Enquanto Vandoorne utilizou o fanboost para se aproximar bastante da quarta posição de Da Costa, o seu companheiro de equipa acabaria a corrida nas boxs com o furo no pneu traseiro. Quem também acabaria fora da corrida seria Giovinazzi, que teria dois porcentos de energia, enquanto os restantes pilotos teriam 10%.

Tempo adicional de minuto e meio e mais uma volta, deu ainda para se ver Vergne a aproximar muito do líder Evans, e a forma como o piloto defendia em todas as curvas. Com isso, Mortara conseguiu aproximar-se dos dois primeiros e foi uma pressão adicional para o piloto da DS.

Vitória para Mitch Evans, com Jean Eric Vergne em segundo e terceiro lugar para Mortara, num pódio sem champanhe e com casa cheia. António Felix da Costa terminou em quarto lugar. Ainda deu tempo para André Lotterer, que não esteve perto dos líderes nesta corrida, apanhar cinco segundos de penalização depois de um toque com Nyck De Vries.

Esta é a Ana Catarina. Apaixonou-se pela Fórmula 1 com 14 anos e a partir desse momento, descobriu o mundo do desporto motorizado. Graças a isso, seguiu o caminho do jornalismo até se licenciar em Jornalismo e Comunicação, na capital do Alto Alentejo.

Esta é a Ana Catarina. Apaixonou-se pela Fórmula 1 com 14 anos e a partir desse momento, descobriu o mundo do desporto motorizado. Graças a isso, seguiu o caminho do jornalismo até se licenciar em Jornalismo e Comunicação, na capital do Alto Alentejo.

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