Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Antevisão GP Hungria: Marc Márquez volta a ser o mais rápido

Gonçalo Carneiro · 2 min

Marc Márquez GP Hungria
Foto: Moto GP

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Após 33 anos de ausência, a Moto GP está de volta à Hungria, tal como, as poles de Marc Márquez, que foi 4.º na qualificação no GP da Áustria.

NO REGRESSO DA MOTO GP A TERRAS HÚNGARAS

Após 33 anos de ausência, a Moto GP está de volta à Hungria, tal como, as poles position de Marc Márquez, que foi quarto na qualificação do passado Grande Prémio da Áustria. No Balaton Park, circuito estreante na categoria, o piloto da Ducati foi o mais rápido, logo atrás ficaram os italianos Marco Bezzecchi e Fabio Di Giannantonio, respetivamente.

Marc Márquez continua em excelente forma e está bem encaminhado para o sétimo título mundial. Este circuito da Hungria tem muitas curvas para a esquerda, que é o seu lado favorito e isso mostrou o à vontade de Márquez nesta nova pista. Com um tempo de 1:36.518 fez a oitava pole da época e está bem posicionado para conquistar o sétimo Grande Prémio consecutivo.

A Q1 foi competitiva, onde tivemos nomes como Marco Bezzechi, Jorge Martin, Fabio Di Giannantonio e Francesco Bagnaia. As duas vagas para o Q2 ficaram para Bezzechi e Di Giannantonio, com o piloto da Aprilia a fazer o melhor tempo em 1:36.800, o seu compatriota foi mais lento 0.247. Bagnaia, na última tentativa, errou na curva cinco e vai partir da 13.ª posição. Desde o Grande Prémio da Indonésia de 2023, que o italiano não falhava uma ida ao Q2.

Além de Bagnaia, ficaram-se pela Q1 Brad Binder, Jack Miller, Raul Fernandez, Jorge Martin, Johann Zarco, Alex Rins e Ai Ogura. Miguel Oliveira teve mais uma má classificação e vai largar do 19.º lugar.

Para a Q2 na Hungria havia a expetativa que Pedro Acosta conseguisse bater Márquez. Contudo, o jovem piloto caiu na primeira tentativa e viu a hipótese de ser primeiro classificado a complicar-se. Ainda fez mais uma volta, mas só conseguiu fazer o sétimo melhor tempo.

Enea Bastianini volta a fazer uma boa qualificação ao ficar em quarto lugar e ficou a 0.070 do tempo de Di Giannantonio. Franco Morbidelli parte logo atrás e em sexto sai Fabio Quartararo, que está de regresso à Q2 depois da má qualificação no GP da Áustria. O TOP 12 fica completo com Fermín Aldeguer, Luca Marini, Joan Mir, Álex Márquez e Pol Espargaró.

Espargaró está a substituir Maverick Viñales, que não aguentou as dores do ombro no GP da Áustria.

EQUIPA A TER EM CONTA

VR46 Ducati – A equipa italiana fez das melhores qualificações da temporada na Hungria e tem tudo ao seu dispor para obter um bom resultado na corrida. Com Di Giannantonio a sair de terceiro lugar e Morbidelli de quinto, a equipa fundada por Valentino Rossi pode sonhar com os dois pilotos no pódio.

PILOTO QUE PODERÁ SURPREENDER

Pedro Acosta (KTM) – Apesar da má qualificação, acredito que Pedro Acosta fará uma grande corrida na Hungria. Durante os treinos livres de sexta-feira, foi o único piloto a fazer melhores tempos do que Marc Márquez e penso que tem ritmo para alcançar o atual líder do Campeonato de Pilotos.

Gonçalo Carneiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.