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Quando o fim do ano está perto, é habitual começarmos a ouvir falar em “Lutador do ano”. Neste artigo, vou apresentar os três principais candidatos a vencer este prémio, assim como a minha opinião pessoal.

JORGE MASVIDAL

Mas que ano teve Jorge Masvidal. O americano é conhecido pelos famosos vídeos no YouTube, onde lutava sem luvas em jardins aleatórios. Dentro do octógono, mantinha esse estilo, mas era mais cauteloso e procurava implementar uma estratégia detalhada.

Depois de duas derrotas consecutivas, ambas por decisão, frente a Demian Maia e Stephen Thompson em 2017, Masvidal esteve praticamente dois anos sem competir. Decidiu regressar em março, e foi a Inglaterra defrontar o nativo de Liverpool, Darren Till. Masvidal não podia imaginar um regresso melhor: nocauteou de forma brutal Till no segundo round. Mas o cubano não só voltou de forma impressionante, como parecia outra pessoa: mais agressivo em combate, muita pressão ao adversário, e começou a fazer um trabalho promocional fantástico. Melhorou muito a maneira como comunicava, mostrando traços de personalidade característicos e que agradaram o público.

Depois de muita picardia, Masvidal enfrentou Ben Askren, conhecido craque no grappling. Masvidal chocou o mundo quando nocauteou Askren com um violento joelho saltado, aos 5 segundos de combate.

O jackpot saiu a Masvidal no UFC 241. Nate Diaz venceu Anthony Pettis, e desafiou Masvidal referindo que devia haver um título pelo “Baddest Motherf*cker”. Isto criou muito entusiasmo em torno do combate: primeiro Dana White anunciou que ia criar um cinto especial para o combate; depois, os dois atletas têm estilo agressivo, em que a única preocupação é finalizar o adversário.

Masvidal dominou Diaz, e no fim da terceira ronda o combate foi terminado por decisão do médico, devido a um corte na sobrancelha de Diaz.

Masvidal detém o nocaute mais rápido da História, ao derrotar Askren apenas em 5 segundos de combate
Fonte: UFC
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