Publicidade

Biatlo a caminho da normalidade

José Baptista · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No início deste ano, o Biatlo foi abalado por um escândalo de grandes proporções: uma investigação policial descobriu que o Presidente da Internation Biathlon Uninon (IBU), Anders Besseberg, e a sua Secretária-Geral tinham recebido subornos russos (num valor a rondar os 300.000 dólares) para abafar casos de doping, revelando um caso de corrupção ao mais alto nível na instituição que gere o desporto.

Tendo em conta os problemas recentes com a Rússia que os Relatórios McLaren expuseram, o Comité Olímpico Internacional (IOC) não deixou passar em branco o tema e suspendeu todos os pagamentos à IBU até serem cumpridos os requisitos de salubridade moral exigidos. A IBU também reagiu prontamente, demitindo os dois executivos em questão, criando um código de ética e marcando novas eleições.

Olle Dahlin (esq.) tem a tarefa de reconquistar a credibilidade do biatlo
Fonte: IBU

Em setembro, uma nova direção foi eleita, tendo o sueco Olle Dahlin assumido a presidência, derrotando uma candidata letã mais próxima da Rússia. Com este resultado, manteve-se a linha de resposta aos casos de doping russos, com a Federação deste país a manter-se suspensa da IBU. O novo Presidente já esclareceu que esta situação só se alterará se a Rússia cumprir um elenco de critérios de transparência e ética que serão discutidos numa visita a Moscovo a decorrer brevemente.

Entretanto, a credibilidade da organização começa a ser reconstruída e, após uma recente reunião de trabalho entre os Presidentes da IBU e do IOC, esta última decidiu levantar as sanções que tinha interposto, citando as melhorias nas áreas da ética e do combate anti-doping.

Resta esperar pelos próximos desenvolvimentos, mas as indicações são boas e de que, não tarda, o Biatlo poderá voltar a focar-se no que mais interessa, o desporto.

Foto de Capa: IBU

José Baptista

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
Ler a crónica
Seleção Nacional

5 jogadores que mais se destacaram com Jorge Jesus na Seleção Nacional

Os primeiros quatro jogos de Jorge Jesus ao comando da Seleção Nacional permitiram perceber quais os jogadores que melhor se adaptaram às ideias do novo selecionador. Entre golos, assistências e novas dinâmicas táticas, cinco nomes destacaram-se pela influência que tiveram no rendimento da equipa e pela forma como potenciaram as suas qualidades individuais. De João Félix a Rúben Neves, passando por Gonçalo Ramos, Vitinha e João Cancelo, este é o top-5 dos jogadores que mais se evidenciaram neste arranque da era Jorge Jesus.

Miguel Costa · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.