Portugal vira o marcador e vence Rússia por 3-1

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No segundo dia do Mundialito, Portugal tinha, teoricamente, uma missão mais complicada do que com a França e a jogo contra a Rússia confirmou o previsto. Embora esteja em fase de reconstrução, a seleção orientada por Mikhail Likhachev colocou várias dificuldades à seleção nacional que, mesmo assim, conseguiu vencer por 3-1.

O inicio foi equiparado, tal como havia sido o encontro da véspera, com o lance mais perigoso a ser um remate de Andrade aos dois minutos.

Muito do jogo português começava no guarda-redes português que, sempre que tinha espaço, tentava rematar, mas o segundo passe continuava sem sair, o que dificultava o trabalho ofensivo.

Decorridos seis minutos, Portugal controlava o jogo, mas não conseguia criar oportunidades de golo. Quem acabou por marcar foi a Rússia. Numa das primeiras vezes que chegou à baliza nacional, Kryshanov abriu o ativo.

Apesar do maior tempo de posse de bola atacante, as oportunidades criadas eram poucas, sendo que as que davam trabalho a Ostrovsski partiam do pé do guarda-redes português.

Aos sete minutos de jogo, a Rússia esteve perto do segundo, mas Zé Maria, em cima da linha, evitou o 2-0.

Numa das primeiras vezes que Portugal conseguiu fazer fluir o jogo, Madjer colocou o esférico em Zé Maria que, através de um pontapé de bicicleta, obrigou a uma bela estirada do guarda-redes russo.

Finalizado o primeiro período, Portugal estava em desvantagem por 1-0. Resultado algo injusto, porque mesmo sem criar muito jogo, assim como, oportunidades, os comandados de Mário Narciso controlavam a partida. Ia valendo a eficácia russa.

No retomar do jogo, era a Rússia quem conseguia ter mais posse de bola, chegando em mais ocasiões à baliza adversária. Por outro lado, a seleção portuguesa continuava na mesma, sem grandes ideias de cariz ofensivo.

Com o passar dos minutos, tudo permanecia equilibrado. Contudo, a meio do período, Portugal beneficiou de um livre direto em zona frontal. Relembrar que contra a França, os dois primeiros golos foram marcados através de um livre, por isso, este tipo de lance poderia voltar a ser importante para a seleção. Porém, Leo atirou ao lado. Logo a seguir, lance coletivo e Jordan acertou na barra. Na resposta, a Rússia também enviou o esférico à barra. Pouco depois, Andrade colocou a bola em Ricardinho e nova bicicleta à barra.

Bolas aos ferros foram uma constante no jogo. Neste lance, a Rússia poderia ter feito o 2-0 Fonte: Zé Paulo Silva
Bolas aos ferros foram uma constante no jogo. Neste lance, a Rússia poderia ter feito o 2-0
Fonte: Zé Paulo Silva

Portugal estava a crescer aos poucos e a cerca de três minutos do intervalo, novo livre a favor da seleção da casa. Mesmo muito longe da baliza contrária, Zé Maria ficou perto de marcar. Valeu o guardião russo. Apesar da melhoria, a Rússia não se deixava ficar e a um minuto e meio da pausa, voltou a estar perto do 2-0 devido a um remate que desviou na areia.

Terminada a segunda parte, o marcador continuava em 1-0 para a Rússia. No entanto, o resultado não demonstrava o que se passava no campo. Se Portugal continuava sem ter grande fluxo atacante, a verdade é que conseguiu criar oportunidades que foram mais do que suficientes para o empate. Contudo, a Rússia também esteve perto do 2-0 por algumas vezes.

O último período do jogo começou da melhor maneira para as cores nacionais, visto que, ainda no primeiro minuto, Madjer, depois de uma assistência de Torres a meias com dois jogadores russos, fez o empate.

Diogo Nunes
Diogo Nuneshttp://www.bolanarede.pt
Adepto ferrenho do Benfica, o Diogo deixou de sofrer golos nos rinques de Hóquei em Patins, a sua modalidade de eleição, para passar a descrevê-los em artigos.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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