Publicidade

Eléctrico FC 2-4 SL Benfica: Sem sobressaltos

Tiago Alexandre · 3 min

Eléctrico FC 2-4 SL Benfica: Sem sobressaltos
Foto: SL Benfica

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

modalidades cabeçalho

A CRÓNICA: BENFICA CONTROLA A PARTIDA E TERMINA A PRIMEIRA VOLTA NA LIDERANÇA

Em Ponte de Sor, no sempre difícil reduto do Eléctrico FC, o SL Benfica entrou melhor na partida e, logo aos seis minutos, chegou ao primeiro golo: Léo Gugiel adiantou-se no terreno, colocou a bola em Rocha na direita, que cruzou para o interior da área, onde apareceu Gonçalo Sobral a rematar de primeira para o fundo das redes.

A resposta alentejana apareceu depois dos dez minutos, com Léo Gugiel a defender o remate de Ygor Mota. Todavia, na reta final do primeiro tempo, Ivan Chishkala combinou com Gonçalo Sobral e aumentou a vantagem antes do intervalo. No penúltimo minuto do primeiro tempo, John Lennon apareceu com perigo, mas o guarda-redes brasileiro voltou a impor-se.

Já no segundo tempo, as águias voltaram a entrar melhor e, nos primeiros minutos, Rocha acertou ao ferro da baliza alentejana. Ao minuto 30, grande penalidade para o Eléctrico a castigar falta de Jacaré, naquela que foi a quinta da sua equipa. Na cobrança, Daniel Airoso enganou o recém-entrado Martim Figueira e reduziu a desvantagem para a margem mínima.

Aos 34 minutos, Peixinho foi expulso por vermelho direto e, após um canto na esquerda cobrado por Bruno Cintra, Arthur encheu o pé e desferiu um remate fortíssimo para o terceiro, sem hipóteses para o guardião Diogo Basílio.

Na parte final da partida, Ygor Mota beneficiou de um livre de dez metros, mas, na cobrança, Martim Figueira defendeu o remate, com Célio Coque a atirar, depois, à barra. Posteriormente, João Freitas Pinto apostou no guarda-redes avançado e, nessa condição, Rocha aproveitou para fazer o quarto golo, sentenciando a partida. No último minuto do jogo, Célio Coque ainda reduziu e fixou o resultado em 2-4.

Com esta vitória, as águias chegam aos 29 pontos e terminam a primeira volta na liderança isolada da Liga. Por sua vez, o Eléctrico mantém os 21 pontos e a quarta posição da tabela classificativa. Na próxima jornada, o Benfica vai receber o Leões de Porto Salvo, ao passo que o Eléctrico recebe o Sporting.

 

A FIGURA

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Иван (@chishkala)

Ivan Chishkala – Foi o melhor marcador do campeonato na temporada passada e, apesar de na presente temporada não estar com a mesma veia goleadora, continua a aparecer nos momentos cruciais. O russo não marcava há duas partidas e, em Ponte de Sor, apareceu na altura certa, possibilitando ao Benfica chegar ao intervalo com dois golos de vantagem.

 

O FORA DE JOGO

Peixinho – Fábio Neves, mais conhecido no mundo do futsal como Peixinho, teve uma partida para esquecer frente à sua antiga equipa. Aos 22 anos, é uma das figuras da estabilidade do Eléctrico, mas esta noite pagou caro a falta de experiência. Foi expulso na fase crucial do desafio, quando a sua equipa estava a perder por apenas um golo.

 

ANÁLISE TÁTICA – ELÉCTRICO FC

Sem grandes surpresas, o Eléctrico manteve a base do seu jogo e apresentou-se sem medo do adversário. Na primeira parte conseguiu equilibrar o jogo, apesar da desvantagem no marcador. Na etapa complementar, a equipa de João Freitas Pinto manteve a sua irreverência e foi recompensada com um golo. Após a expulsão, os encarnados não desperdiçaram e sentenciaram a partida.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Basílio (6)

Ygor Mota (6)

Daniel Airoso (7)

Tiaguinho (6)

Simi Saiotti (6)

SUBS UTILIZADOS

Ferrugem (6)

Peixinho (5)

Rúben Freire (6)

André Cardoso (6)

Célio Coque (7)

John Lennon (7)

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Pulpis não desrespeitou o adversário e apresentou-se, em Ponte de Sor, praticamente na máxima força. As águias foram dominantes, como é seu apanágio, e conseguiram ser mais eficazes no primeiro tempo. Léo Gugiel foi um elemento desequilibrador e esteve envolvido no golo inaugural. Na 2.ª parte, a expulsão acabou por ditar o desfecho do jogo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Léo Gugiel (8)

Rómulo (7)

Afonso Jesus (7)

Arthur (8)

Ivan Chishkala (8)

SUBS UTILIZADOS

Martim Figueira (7)

Gonçalo Sobral (7)

Bruno Cintra (7)

Carlinhos (6)

Lúcio Rocha (6)

Rocha (7)

Jacaré (6)

Foto de Capa: SL Benfica

Tiago Alexandre

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.