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Leões à procura do Tri na Taça da Liga

Eduardo Nunes · 2 min

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Cabeçalho modalidadesComo já vem sendo hábito nestas últimas temporadas (esta é a terceira edição consecutiva) ficámos a conhecer os oito clubes qualificados para a Taça da Liga de futsal, que são os conjuntos que, no final da primeira volta se colocaram nos oito lugares cimeiros.

Para enquadrar melhor o nosso estimado leitor, vamos começar por dizer quem se conseguiu qualificar. Para além do Sporting CP, do SL Benfica, do SC Braga/AAUM, da AD Fundão, do CF “os Belenenses “El Pozo”, MODICUS e do Futsal Azeméis, que repetem a sua presença (terceira vez no caso dos seis primeiros clubes e a segunda para a equipa de Oliveira de Azeméis), apenas temos um estreante absoluto nesta competição, a equipa gondomarense do Unidos Pinheirense, que tem logo uma “praxe” de fogo, mas já lá iremos.

A fase final disputa-se a Sul do país, mais concretamente em Sines, já se realizou o sorteio dos quartos-de-final e meias-finais, garantindo desde já que não há derby antes da eventual final. O tal adversário do U. Pinheirense é o Sporting, duplo e, até à data, único vencedor da prova.

O ano passado foi assim e há dois anos também. Será desta que temos um vencedor diferente?
 Fonte: Sporting CP
O ano passado foi assim e há dois anos também. Será desta que temos um vencedor diferente?

Fonte: Sporting CP

O Benfica, desta feita, evitou a sua “besta negra”, o Fundão (recordo que o conjunto encarnado foi sempre afastado na ronda inicial contra a equipa beirã), calhando uma formação forte, o Belenenses, que se qualificou com dificuldade, mas é tradicionalmente uma equipa competitiva e com boa qualidade de jogo. Nos outros jogos, destaque para o embate entre Braga/AAUM e MODICUS, terceiro e quarto classificados do escalão máximo do futsal sénior português. O outro jogo coloca frente a frente o duplo finalista da prova, a Desportiva do Fundão contra a equipa aveirense do Futsal Azeméis.

O emparelhamento das meias-finais ditou que o vencedor do jogo entre leões e Pinheirense terá pela frente o Fundão ou o Futsal Azeméis, enquanto que a outra semifinal sairá dos encontros de Benfica ou Belenenses contra o Braga ou o conjunto de Sandim.

Será que vamos ter o vencedor do costume ou o seu eterno rival da Luz poderá chegar ao título? Ou iremos ter uma equipa nova a aparecer na grande final, à semelhança do Fundão nos últimos dois anos? Os dados estão lançados, resta-nos esperar pelo próximo mês de Janeiro para termos em Sines uma semana que se prevê de grande futsal, onde as equipas mais fortes do país vão lutar e dar tudo para conquistar esta taça relativamente recente, mas é do interesse de todos os emblemas participantes.

Foto de Capa: Sporting CP

Eduardo Nunes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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