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Cabeçalho modalidadesOs primeiros minutos de jogo mostraram uma seleção portuguesa sedenta de títulos, com os nossos jogadores a darem o tudo por tudo para conquistar um inédito título europeu, bem notório na alta pressão efetuada aos jogadores espanhóis, tentando aproveitar os eventuais erros na fase de construção.

Foi precisamente numa dessas situações que surgiu o nosso golo, com Ricardinho a roubar a bola e a desferir um potente remate de meia distância, que Paco Sedano não conseguiu travar. Ao contrário dos outros jogos, entrámos logo com um golo a abrir. Grande parte desta metade foi nossa, e algo que reflete isso é o facto de a Espanha não ter conseguido criar qualquer ocasião de golo iminente nos primeiros dez minutos de jogo.

Só nos minutos finais é que o grande dominador da competição, com sete conquistas em dez edições anteriores, conseguiu dar um ar da sua graça, tendo sido coroada com o golo do empate, fruto de um desvio oportuno de Marc Tolrá, num lance em que o guardião português e o defesa tiveram uma falha de comunicação que se revelou fatal. O empate ao intervalo não refletia aquilo que foi a nossa superioridade na maior parte do tempo, sendo que a vantagem mínima era mais condizente com o que se passou na quadra.

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