Última horaImprensa espanhola escreve sobre Vitinha: «É uma impossibilidade para os restantes clubes»
Publicidade

À conquista da Europa

André Eusébio · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

cab hoquei

No aniversário de Cosme Damião, o fundador do Benfica não podia pedir melhor prenda. Num pavilhão cheio e com um grande ambiente, o Benfica voltou a colocar o seu nome na História do hóquei, ao vencer a Taça Continental.

Foi uma noite perfeita para os encarnados e o resultado assim o demonstra: 5-0 ao Vendrell, depois dos 5-3 em Espanha, na primeira mão. Galvanizado pelo grande apoio do público, o Benfica procurou desde cedo o golo que desse tranquilidade à eliminatória, frente a um Vendrell que procurou fechar as linhas, defendendo em quadrado e tentando partir para o ataque quando a equipa do Benfica se encontrava desequilibrada na defesa. Mas o Benfica foi mais feliz e conseguiu ir para o intervalo com uma vantagem de 2 golos, da autoria de Marc Coy e Carlos Lopez.

A segunda parte foi jogada num clima já de antecipação da festa. Com 2 golos de vantagem, a Taça já não parecia escapar. Mas o Benfica não tirou o pé do acelerador e marcou mais 3 golos, por João Rodrigues, duas vezes, e outra vez por Carlos Lopez. No final, festa benfiquista e o culminar de uma grande época a nível europeu, tanto para o Benfica como para o hóquei português. Dia 16 o Benfica volta a ter oportunidade de fazer história, pois defronta o Sport Club do Recife, o Campeão Sul-americano de Hóquei em 2012, para a Taça Intercontinental, em Torres Novas.

Gostaria também de destacar a grande prova que os sub-15 do Sporting fizeram na Eurockey Cup, onde chegaram à final da prova, tendo perdido para o Reus por 3-2. Numa altura em que o Sporting procura a estabilidade neste regresso à primeira liga, este 2ºlugar promete um futuro brilhante para os leões.

André Eusébio

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

O início da revolução tática de Franclim Carvalho | Braga 2-0 Gent

Fechado o capítulo com Carlos Vicens, o primeiro teste do Braga sob o comando de Franclim Carvalho deixou indícios de uma equipa a procurar novos sinais de identidade e a querer agarrar o rumo da temporada, vencendo o Gent por 2-0 em frente aos adeptos gverreiros. O futebol de Vicens encantou em muitos momentos, surpreendendo até os três grandes do futebol português, mas a falta de produto final e a instablidade defensiva ditaram vários resultados negativos, acabando por forçar a mudança. Com o novo líder, a verticalidade do ataque bracarense foi sentida desde cedo e, apesar de ainda estar longe do ideal, o desempenho do Braga acabou por ser mais que suficiente para somar os primeiros três pontos da temporada na Conference League. A primeira grande alteração passou pelo sistema base, deixando o 3-4-3 de Vicens e instalando um 4-2-3-1, cujas nuances encaixaram muito bem com as características do plantel. Começando pelo momento ofensivo, o Braga mostrou grande variabilidade na quantidade e disposição dos elementos envolvidos na primeira fase de construção. A saída mais utilizada foi em 3+1, com Bright Arrey-Mbi a fechar como central e com João Moutinho como o elemento mais recuado do meio-campo, fazendo Gorby Baptiste «crescer», como referiu o treinador na conferência de imprensa, em resposta ao Bola na Rede. O francês é claramente o jogador com características que mais se adaptam a esta função, sendo assim alguém que pode vir a ter uma temporada em que dá mais um salto na carreira. No entanto, os minhotos conseguiram também construir em 3+2, deixando Gorby mais recuado, e ainda em 4+2, com Bright aberto na esquerda e Victor Gómez mais recuado na direita.

Dinis Jacob · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.