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Após duas semanas a jogarem para a Taça Continental, Benfica e Barcelos voltaram a encontrar-se, desta vez, para o campeonato nacional da 1ª divisão.

Equilibro foi a nota dominante, não só do início de jogo como durante todos os vinte cinco minutos. Nos primeiros instantes, tanto o Benfica como o Barcelos, conseguiram esboçar alguns ataques, embora sem qualquer perigo para as balizas adversárias.

Com o passar dos minutos, o equilibro mantinha-se, mas era o Benfica quem tinha a bola por mais tempo, assim como quem conseguia criar lances de perigo mais objetivos. No entanto, acaba por ser o Barcelos a inaugurar o marcador. Reinaldo Ventura enrola a bola de meio campo e Alvarinho, em cima da baliza, desvia em frente a Traball. Pouco depois, é anulado um golo a Nicolia, num lance em que vai da lateral para o meio e enrola a bola para o fundo da baliza de Ricardo Silva. O golo acabou por ser anulado, o que de certa forma é compreensível. No entanto, através da transmissão televisiva é claro que o esférico entrou.

A vantagem do Óquei não durou muito, visto que Luís Querido viu um azul que fez o Benfica beneficiar de um livre-direto que Nicolia desperdiçou, mas no seguimento do lance, o argentino esperou por João Rodrigues para o assistir para o 1-1. Após novo empate na partida, seguiu-se um período de oportunidades para ambas as equipas, mas Traball e Ricardo Silva responderam bem evitando, por várias vezes, o golo do conjunto adversário.

Faltavam cerca de cinco minutos para o intervalo e o Benfica vê mais um golo ser anulado, desta feita a Valter Neves, visto que já tinha sido assinalada uma grande penalidade a seu favor. Adroher atirou á barra. Com menos de um minuto para o intervalo, o espanhol viu um azul depois de uma falta sobre João Guimarães, ele que é conhecido como Joca no mundo do hóquei em patins. O especialista Reinaldo Ventura entrou para a marcação do penalti, mas não conseguiu bater Traball e o jogo foi empatado para o intervalo a 1-1, resultado justo pela produção das duas equipas. Todavia, com menos golos do que o espectado, muito devido ás boas exibições dos guarda-redes de ambos os conjuntos.

O segundo tempo começou com o Benfica a jogar em situação de underplay, ou seja, com menos um atleta de campo. Situação que transitava da primeira parte. Porém, o Barcelos não conseguiu aproveitar a superioridade numérica. Finalizado este período, o jogo mostrava um conjunto benquista mais determinado e conseguiu virar o marcador. No interior da área, Adroher recebe um passe de Diogo Rafael e com uma bola enrolada á meia volta fez o 2-1.

A melhor entrada do Benfica, nestes segundos vinte e cinco minutos, levou a que conseguisse virar o marcador, estivesse melhor no jogo e tivesse mais e melhores oportunidades. Por sua vez, o Barcelos não conseguia ter tanta bola, nem criar tanto perigo junto da baliza encarnada. As oportunidades sucediam-se e, aos trinta e cinco minutos de jogo, Tiago Rafael com uma grande seticada de meio campo aumentou para 3-1.

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