Última horaEm Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)
Publicidade

Em busca da glória sobre rodas

Jorge Faria Sousa · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal disputa no próximo fim-de-semana o primeiro título da época: a Taça Continental. A competição será disputada no Pavilhão João Rocha e nesta temporada o objetivo passa por vencer todos os títulos possíveis.

Para a época 2019/2020, os leões reforçaram-se com Alessandro Verona (ex-Lodi), João Souto (ex-HC Turquel) e Telmo Pinto (ex-FC Porto). Em sentido contrário, o clube de Alvalade viu sair João Pinto (Lodi), Henrique Magalhães (UD Oliveirense) e Vitor Hugo (UD Oliveirense). Um plantel que continua forte para atacar os títulos e conquistar a glória.

Na pré-época, a equipa liderada por Paulo Freitas realizou seis jogos, somando cinco vitórias e um empate, tendo os seguintes adversários: HC Turquel, AE Física, AD Sanjoanense, OC Barcelos, Juventude de Viana e FC Porto. Destaque para a participação na Elite Cup, onde os leões defrontaram equipas do campeonato português, tendo empatado na final perante o FC Porto, que acabou por vencer no desempate por grandes penalidades. Nesta competição, o Sporting já apresentou um bom nível exibicional, prevendo-se que venha a melhorar, quando iniciarem os jogos oficiais.

O Pavilhão João Rocha será o palco de mais uma importante competição europeia de hóquei em patins
Fonte: Sporting CP

No próximo fim-de-semana, o Sporting pretende somar mais um título no seu palmarés. O sorteio ditou que a equipa verde e branca irá defrontar os italianos do Hockey Sarzana e na outra meia-final estarão os espanhóis do Lleida e o FC Porto. A final será disputada no domingo, perante a família sportinguista, no Pavilhão João Rocha.

Para a época 2019/2020, os objetivos são continuar a escrever a história do Sporting Clube de Portugal com vitórias e títulos. A nível nacional, reconquistar o campeonato e a Taça de Portugal. Na elite do Hóquei em Patins europeu, os leões pretendem sagrar-se bicampeões da Europa. Para cumprir esses objetivos, o treinador Paulo Freitas conta com um plantel forte, com qualidade, talento e experiência. Assim, com Esforço, Dedicação e Devoção, com o apoio dos sportinguistas em todos os pavilhões, será possível conquistar a Glória da invencibilidade, vencendo mais títulos para a história do Sporting Clube de Portugal.

Foto de Capa: Sporting CP

Jorge Faria Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.