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Patins, Stick e acção

André Eusébio · 1 min

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cab hoquei

Começou mais um campeonato nacional de hóquei. A emoção sobre rodas está de volta aos pavilhões.
FC Porto e Benfica voltam a apresentar-se como os grandes candidatos ao título, num campeonato que é cada vez mais uma luta a dois.
O FC Porto apresenta a mesma estrutura do ano passado, que se sagrou campeã, e mostra estar em grande forma. Em Braga, o campeão nacional mostrou os seus argumentos ao golear o HC Braga por 13-1. Os destaques vão para Vítor Hugo, Barreiros e Jorge Silva, que fizeram um hat-trick cada.

Jorge Silva foi um dos destaques do jogo http://media.indoor.pt/jorge-silva-hoquei-porto1.jpg
Jorge Silva foi um dos destaques do jogo
Fonte: media.indoor.pt

Também no Minho, o Benfica também entrou com o pé direito. Um Benfica com algumas mudanças para esta época, a começar pelo novo treinador, Pedro Nunes, ex-Paço de Arcos, que sucede a Luís Sénica. De saída está Luís Viana, que volta à Juventude de Viana. No sempre difícil ringue do Óquei de Barcelos, o Benfica não vacilou e venceu por 3-0, com dois golos de Carlos Lopez.

Carlos Lopez bisou na partida http://www.slbenfica.pt/
Carlos Lopez bisou na partida
Fonte: slbenfica.pt

Outros destaques vão para a Oliveirense, que derrotou o Carvalhos por 6-2, e para os resultados desnivelados que ocorreram na primeira jornada.

Parece que poderá haver um hiato entre dois grupos de equipas distintos. Um lutará pelo título/provas europeias e outro pela manutenção. Os resultados assim o mostram, ao serem bastante desnivelados. Mas vamos esperar para ver o que aí vem no mundo do hóquei.

André Eusébio

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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