Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Sporting CP 7-4 OC Barcelos: Leões regressam às vitórias

Pedro Filipe · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A CRÓNICA: SPORTING TEVE MAIS “SANGUE FRIO”

O Sporting CP recebeu o OC Barcelos e procurava curar as feridas depois da derrota frente ao FC Porto, na jornada anterior.

Na primeira parte, o jogo esteve muito dividido com várias oportunidades para cada um dos lados. No entanto, nos últimos dez minutos, as equipas jogaram de forma mais agressiva e a equipa da casa conseguiu atirar a contar.

A 6′ do intervalo, Toni Perez finalizou na área adversária uma bela jogada do coletivo leonino. Como já não bastasse aos visitantes, à beira do fim do primeiro tempo (a 12 segundos), João Souto marcou, numa transição rápida que se iniciou num mau passe de Gimenez. Luís Querido ainda falhou uma grande penalidade antes da ida para os balneários.

Na segunda parte, o OC Barcelos entrou determinado a conseguir reduzir as distâncias no marcador. Num remate forte de longe, Luís Querido fez o 2-1.

O Sporting conseguiu ainda o 3-1, mas o OC Barcelos não desistiu. Tudo começou com o cartão azul dado a Verona por falta sobre Alvarinho. Os visitantes não conseguiram concretizar o livre direto por Gimenez, mas Alvarinho fez pouco depois para 3-2, a apanhar Girão desprevenido junto ao primeiro poste.

O jogo voltou a estar muito partido, com os guarda redes de cada uma das equipas fazerem grandes defesas. Contudo, a enxurraga de golo veio a seguir. Gimenez empatou a partida, novamente de meia distância. Já do outro lado, Perez voltou a colocar os leões em vantagem, a aproveitar uma recarga na área.

Os leões conseguiram distanciar-se no marcador e chegou aos últimos 10′ da partida com três golos de vantagem (6-3). O OC Barcelos não conseguia concretizar e os golos só voltaram a aparecer no último minuto, um para cada lado.

Os leões «lambem as feridas», numa partida em que foi mais eficaz e aproveitou melhor as falhas dos Barcelenses.

A FIGURA

Toni Perez – O stick do espanhol parece que tem íman nas áreas adversárias. Fez um hat-trick, soube “estar no sítio certo à hora certa” e foi mortífero no frente a frente ao guarda redes adversário. O jogador foi absolutamente decisivo na vitória leonina.

O FORA DE JOGO

Estrutura defensiva do OC Barcelos – Os visitantes perderam muitas bolas e permitiram ao Sporting várias transições rápidas e que os leões conseguissem chegar várias vezes com perigo à sua grande área. É verdade que é preciso arriscar para marcar, mas também é preciso manter o equilíbrio.

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A equipa de Paulo Freitas apostou nas transições rápidas, aproveitando o jogo estar partido e muito dividido. A defesa foi compacta e não deixar os jogadores barcelenses entrarem com a bola na grande área leonina.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Girão (7)

Verona (7)

Henrique Magalhães (7)

João Souto (7)

Nolito (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Zé Diogo Macedo (-)

Platero (6)

Toni Perez (8)

Gonçalo Nunes (6)

Ferran Font (7)

ANÁLISE TÁTICA – OC BARCELOS

A equipa de Rui Neto veio discutir o jogo ao Pavilhão João Rocha. No entanto, a reação à perda de bola e a qualidade do passe estiveram bastante abaixo do esperado e a equipa ficou exposta às transições rápidas do Sporting. No ataque, tentou fazer uso dos remates de meia distância perante a muralha leonina. O treinador preferiu não apostar no 5×4 nos últimos minutos, apesar de o OC Barcelos não conseguir finalizar e encurtar distância para o adversário no resultado.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Conti (7)

Dario Gimenez (6)

Luís Querido (6)

André Centeno (7)

Miguel Rocha (6)

SUBS UTILIZADOS

Joka (-)

Alvarinho (7)

Zé Pedro (6)

Rampulla (6)

Joca Guimarães (6)

Foto de Capa: Sporting CP

Pedro Filipe

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.