Publicidade

Jogos Europeus Universitários: portugueses sem medalhas, mas de cabeça erguida

Pedro Machado · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Sem medalhas, mas com a cabeça levantada. É assim que se pode resumir o espírito das equipas portuguesas de Badminton e Andebol no último dia de competição destas modalidades nos Jogos Europeus Universitários.

No Badminton, os quintos lugares da Universidade Nova de Lisboa (Singulares Femininos) e da Universidade de Lisboa (Singulares Masculinos e Pares Masculinos) não deram medalhas, mas são motivo de orgulho para os respectivos atletas.

Quanto ao Andebol, é de destacar o 6º lugar da Universidade do Minho e o 9º da Universidade de Coimbra nos masculinos, sendo que este tem um sabor especial, pois a equipa da casa era a única sem ranking entre as participantes e teve algumas condicionantes, segundo nos revelou Sandro Gomes, treinador da Associação Académica de Coimbra – «uma equipa do grupo [Universidade de Varsóvia] perdeu o voo, não competiu e isso prejudicou-nos. Podíamos, agora, ter disputado um lugar entre os 8 primeiros».

O treinador da Universidade de Coimbra esteve à conversa com o BnR
Fonte: Pedro Semedo / Bola na Rede

Ainda assim, o jovem treinador, que também orienta as camadas jovens da Vacariça, revelou-se satisfeito com os Jogos e com a sua equipa – «Tivemos grande espirito de grupo. Houve boas vivências e a organização esteve bem ao nível das condições dos pavilhões, dos transportes e da alimentação. Correu tudo bem, com a excepção da organização do quadro competitivo».

Pedro Machado

MEDALHEIRO

Basquetebol 3×3

– Feminino

Ouro: Univerisidade de Pitesti

Prata: Univerisidade de Vasyl Stefanyk

Bronze: Univerisidade de Ljubljana

– Masculino

Ouro: Univerisidade de Vytautas Magnus

Prata: Univerisidade de Goettingen

Bronze: Universidade de Istambul

Pedro Semedo

MEDALHEIRO

Badminton

–  Singulares Masculino

Ouro: Universidade de Bordéus

Prata: Universidade de Uludag

Bronze: Instituto Politécnico de Kharkiv & Universidade de Bordéus

 

– Feminino

Ouro: Universidade de Nottingham

Prata: Universidade de Estrasburgo

Bronze: Instituto Politécnico de Kharkiv

 

– Pares Masculinos

Ouro: Universidade de Estrasburgo

Prata: Universidade de Estrasburgo

Bronze: Universidade de Bern & Universidade Católica de Leuven

 

– Pares Femininos

Ouro: Instituto Politécnico de Kharkiv

Prata: Universidade de Duisburg-Essen

Bronze: Universidade de Zagreb & Universidade de Nottingham

 

– Pares Mistos

Ouro: Universidade de Lobachevsky

Prata: Universidade de Nottingham

Bronze: Universidade de Estrasburgo & Universidade de Estrasburgo

Pedro Semedo

MEDALHEIRO

Andebol

– Masculino

Ouro: Universidade de Bochum

Prata: Universidade de Marselha

Bronze: Universidade de Suceava

 

– Feminino

Ouro: Universidade de Marselha

Prata: Universidade de Nijmegen

Bronze: Universidade de Belgrado

Pedro Semedo

Pedro Machado

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.