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Agora já é a sério?

Daniel Felício Silva · 2 min

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Nesta altura do ano, 12 das 32 equipas continuam a alimentar o sonho de serem campeões. Para as restantes, os próximos meses vão significar muitas mudanças sendo que no caso de 8 equipas (Packers, Browns, Jets, Broncos, Dolphins, Buccaneers, Cardinals e Bengals) todas procuram um novo treinador capaz de as tornar nas 12 que ainda acalentam erguer um troféu Vince Lombardi. Os playoffs começam este fim-de-semana e por isso vamos fazer uma antevisão dos quatro jogos.

AFC

Indianapolis Colts visitam Houston Texans

É um duelo de divisão entre duas equipas que, depois de um mau início de temporada, conseguiram um conjunto de vitórias consecutivas e que até às últimas semanas criaram alguma incerteza relativamente ao vencedor da divisão. Embora os Texans sejam os cabeças de série, muitos especialistas apontam os Colts como favoritos. Andrew Luck está em grande forma mas a Defesa dos Texans poderá ser o antídoto para Luck.

Aposta: Texans

Os Ravens são a equipa que ninguém quer enfrentar Fonte: Keith Allison

LA Chargers visitam Baltimore Ravens

Os Chargers durante muito tempo desafiaram os Chiefs como melhor equipa da AFC. Já os Ravens começaram muito bem, com Joe Flacco, mas depois acabaram por perder um conjunto de jogos que levaram a equipa a optar por Lamar Jackson. O resultado foi a vitória na divisão, eliminando os Steelers que no início do ano eram considerados um dos grandes favoritos ao título. Os Ravens são, neste momento, a equipa que ninguém quer defrontar em virtude da sua forte defesa e de um QB que tem conseguido minimizar os erros.

Aposta: LA Chargers

NFC

Seattle Seahawks visitam Dallas Cowboys

Ambas as equipas acabaram a época 10-6 e partilham algumas semelhanças tais como defesas flexíveis e jogo de corrida constante. No caso dos Seahawks, o dinamismo de Russell Wilson esconde algumas fragilidades da equipa, nomeadamente na linha ofensiva, ao passo que a defesa se vai restruturando após o final da Legion of Boom. Nos Cowboys, a sua linha ofensiva é o ponto mais forte e consegue suportar um ataque que tem como base Zeke Elliott, mas no qual se tem de contar com Amari Cooper e Dak Prescott.

Aposta: Dallas Cowboys

Philadelphia Eagles visitam Chicago Bears

Os Bears são favoritos e a sua defesa é das melhores da liga mas há também muita inexperiência nos seus jogadores chave (Khalil Mack e Mitchel Trubisky). Por outro lado, os Eagles são os campeões em título e acabaram a época em grande. Neste jogo virá a surpresa do wildcard

Aposta : Philadelphia Eagles

Foto de Capa: NFL

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Daniel Felício Silva

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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