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Para a quinta jornada do Super Rugby Aotearoa, ficou reservado o desafio mais aguardado da competição, aquele que opôs as duas franquias invencíveis até à data. Os Crusaders mostraram, mais uma vez, o porquê de serem a melhor equipa desta competição, ao derrubar os Blues num jogo disputado ao nível de um test match.

Na noite fria de Christchurch e sob o olhar dos 18000 espectadores que esgotaram o Orangetheory Stadium, foram os Blues a assumir, numa fase inicial, o controlo do jogo. Como tal, o ensaio inaugural não tardaria em chegar. Com os Blues a jogar nos cinco metros adversários, Otere Black assistiu Mark Telea, sendo que o ponta só teve de mergulhar para a área de validação contrária.

Nos primeiros quarenta minutos, os Blues concederam oito penalidades, permitindo assim aos Crusaders reduzir a desvantagem no marcador ao intervalo, sendo esta de 6-7. Mesmo assim, a franquia de Auckland mostrou-se algo dominante em termos defensivos, mantendo o adversário longe da sua linha de meta ou, quando perto desta, os males seriam menores, com os Crusaders a somar três pontos em vez dos cinco ou sete de um ensaio.

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Já no início da segunda parte, os Blues fizeram o segundo ensaio do jogo, desta feita, por meio de Rieko Ioane. Depois de uma penalidade conquistada numa formação ordenada a cinco metros da área de validação dos Crusaders, Akira Ioane jogou rápido, aproveitando a superioridade numérica no lado aberto, tendo Otere Black assistido o segundo centro. Posteriormente, na conversão, o médio de abertura dos Blues viu o seu pontapé ser carregado por Braydon Ennor.

A partir deste momento, os Crusaders tomaram conta da partida. Para tal, foi essencial a ação de Mitch Drummond, uma vez que o médio de formação trouxe dinâmica e velocidade à manobra ofensiva da sua equipa, ao contrário de Bryn Hall, que, à semelhança de Richie Mo’unga, foi anulado por uma defesa pressionante na primeira parte.

Quatro minuto depois de ter entrado, Drummond fez o ensaio que serviu de impulso para mais uma vitória dos Crusaders. Richie Mo’unga soube esperar pelo erro defensivo de Mark Telea, assistindo, deste modo, George Bridge para a quebra de linha. O ponta, por seu turno, apenas teve de soltar para Mitch Drummond.

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