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Fanning na Austrália e Marlon em Portugal

André Eusébio · 1 min

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Chegadas as festas, todos os surfistas do WCT se encontram nas suas terras natais para desfrutar do ambiente natalício com as suas famílias e amigos. Mick Fanning, o novo campeão mundial, é o surfista a que se deve o maior destaque. Assim que Fanning chegou a casa foi surfar à sua praia de sempre, Snapper Rocks. Mas o que ele não sabia é que tinha uma multidão na praia à sua espera.

No meio de autógrafos e fotografias, Fanning disse ainda à ASP que ainda está “sem palavras, a absorver tudo com calma, junto das pessoas mais próximas”. O campeão mundial disse ainda que alguns surfistas que já se destacam na atualidade vão estar ainda mais fortes no ano de 2014, tais como John John Florence, Owen Wright, Julian Wilson e Jordy Smith.

Fanning soma assim 3 títulos mundiais, tal como Andy Irons e Tom Curren. É importante frisar que o surfista australiano é um exemplo para qualquer atleta, devido à sua competência, atitude e foco nos treinos.

Mick Fanning com o título de campeão mundial. www.Surftotal.com
Mick Fanning com o título de campeão mundial.
Fonte: .Surftotal.com

Já em Portugal o cenário é outro.

No início desta semana realizou-se a última etapa do circuito regional do Algarve. Com ondas a rondar o metro e meio, as condições eram perfeitas para os vários surfistas que ocupavam a Praia da Rocha. Marlon Lipke, Pedro Henrique, Miguel Mouzinho, Joaquim Guichard e Eduardo Fernandes foram os nomes que deram o toque especial à prova. Marlon Lipke e Mouzinho protagonizaram o heat do dia, uma vez que a disputa foi bastante renhida. Marlon acabou por sair vencedor, demonstrando assim que quer voltar ao WCT.

Outros surfistas que se destacaram foram Francisco Duarte, Guilherme Ribeiro e Yolanda Sequeira-Hopkins, que se tornaram campeões regionais de sub-16, sub 14, sub 12 e feminino, respectivamente.

www.Surftotal.com
Fonte: Surftotal.com
André Eusébio

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Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

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SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

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