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ATP Roma 2022 | O regresso à “normalidade”

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Depois de um torneio atípico em Madrid, onde Carlos Alcaraz surpreendeu tudo e todos, ao eliminar Novak Djokovic, Rafael Nadal e Alexander Zverev, e conquistar o título, a “normalidade” regressou em Roma. Novak Djokovic e Stefanos Tsitsipas foram os finalistas da prova.

As grandes desilusões da prova foram Rafael Nadal e Andrey Rublev.

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Mais um torneio, mais uma final para Djokovic. Porém, não foi uma caminhada fácil. Djokovic mostrou que, apesar de não ter vencido o ATP Masters 1000 de Madrid, continua a ser dos melhores do ténis.

Depois de ter folgado na primeira ronda, o primeiro adversário do sérvio na capital de Itália foi Aslen Karatsev. O tenista russo estava com um registo equilibrado contra o atual número 1 mundial, tinha vencido um e perdeu outro, mas acabou por ficar com um registo negativo no final do jogo. Djokovic venceu sem qualquer set, e fez o mesmo nos outros jogos da competição.

Na terceira ronda, tivemos o regresso de um clássico da modalidade: Djokovic contra Stan “The Man” Wawrinka. Não foi um jogo como era antigamente, mas foi nostálgico para os apreciadores da modalidade.

Na ronda seguinte, Félix Auger-Aliassime foi o terceiro obstáculo. Foi um jogo mais complicado para Djokovic: venceu um set no tie-break e outro mesmo antes do possível tie-break. O tenista canadiense já mostrou que, daqui a uns anos, vai ser um dos principais tenistas.

Antes da final, o adversário foi Casper Ruud. O tenista norugues chegou às meias depois de eliminar Botis Van De Zandschulp, Jenson Broosky e Denis Shapovalov. Foi um jogo histórico para Djokovic: conseguiu a vitória 1000 em torneios ATP e juntou-se ao pequeno grupo de Jimmy Connors (1274), Roger Federer (1251), Ivan Lendl (1068) e Rafael Nadal (1050).

O Filipe saiu da Ilha de São Miguel, nos Açores, para tirar a Licenciatura de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social. Desde criança que é adepto de Futebol, tendo já sido árbitro. Para além do "desporto-rei", o Filipe também é apaixonado por Basquetebol e não falha no acompanhamento de Wrestling.

O Filipe saiu da Ilha de São Miguel, nos Açores, para tirar a Licenciatura de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social. Desde criança que é adepto de Futebol, tendo já sido árbitro. Para além do "desporto-rei", o Filipe também é apaixonado por Basquetebol e não falha no acompanhamento de Wrestling.

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