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Ao quarto dia de Estoril Open, tivemos a estreia em singulares de João Sousa. A expectativa para ver o melhor tenista português de sempre não foi defraudada, já que o português natural de Guimarães sobre aguentar bem a pressão e afastou Alexei Popyrin da prova (6-4, 2-6 e 6-2). O tenista australiano, que já tinha eliminado Gastão Elias nos qualifyers, voltou a ser um osso duro de roer, mas foi incapaz de contrariar o favoritismo de João Sousa.
O tenista português segue firme para a segunda ronda do torneio, tal como o homem que foi derrotado pelo tenista português na final do ano passado, Frances Tiafoe. O tenista norte-americano cumpriu e venceu Mikhail Kukushkin em dois sets relativamente equilibrados através dos parciais de 6-3 e 7-5.
Em relação a desilusões, Pablo Carreno Busta é o nome que fica na linha da frente. Apesar de até se ter exibido a bom nível para alguém que está sem ritmo, foi incapaz de passar a primeira ronda. Chardy esteve irrepreensível e foi implacável a partir do segundo set do encontro.
Nas próximas rondas, destaque para os embates que envolvem os tenistas portugueses. Quanto ao surpreendente João Domingues, vai medir forças com John Millman, atual número 50 mundial. Já João Sousa tem também um teste de fogo frente a David Goffin (n.º 25 do ranking ATP).
Foto de Capa: Millennium Estoril Open
A FIGURA

João Sousa – Boa resposta do melhor tenista português de sempre à expectativa inicial de todos os presentes no Clube de Ténis do Estoril. O detentor do título aguentou bem a pressão e afastou o australiano Alexei Popyrin através dos parciais 6-4, 2-6 e 6-2. João Sousa segue firme para a segunda ronda do torneio.
O FORA DE JOGO

Pablo Carreno Busta – Vencedor do Estoril Open em 2017 e finalista vencido no anterior, o tenista espanhol caiu logo na primeira ronda do torneio frente a Jeremy Chardy. Carreno Busta entrou bem e venceu o primeiro set, mas acabou por quebrar e foi derrubado pelo francês no segundo e terceiro set por claros 6-1 e 6-2. Prossegue assim o mau momento de Carreno Busta, que continua sem vencer há largos meses.














