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Os 3 jogadores do ATP que deveriam ter chegado ao número um

Redação BnR · 3 min

Foto: ATP Tour

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Quando falamos de ténis, pensámos automaticamente nos grandes «número um» do ATP que marcaram e fazem parte da História do Ténis mundial. Nomes como Pete Sampras, Roger Federer, Rafael Nadal ou Novak Djokovic são logo alguns dos nomes que nos vem à mente.

Porém, hoje decidimos fazer um exercício diferente do habitual. Para variar um pouco, iremos nomear três nomes que, numa certa época da sua carreira estiveram na sua melhor forma e, assim, poderiam ter chegado ao topo do ranking ATP e ter ameaçado os grandes nomes, mas, infelizmente, acabou por não se suceder.

Foto de Capa: ATP Tour

Artigo de Angelina Barreiro e Gonçalo Bernardo Oliveira

1.

Fonte: ATP Tour

Stan Wawrinka – O tenista suíço integra o primeiro nome da nossa lista. Stan Wawrinka já ameaçava ser um dos melhores jogadores dos circuitos no início da década de 2010, mas foi em 2014 que atingiu o seu auge, quando conquistou o Open da Austrália – o seu primeiro Grand Slam – bem como o Masters 1000 de Monte-Carlo, dando-lhe a posição mais alta da sua carreira no ranking ATP: o terceiro lugar.

Mas, a performance incrível de um dos jogadores mais completos que a ATP já viu, não ficava por aqui. Em 2015, conquistou Roland Garros, e, em 2016, derrotou Novak Djokovic para vencer o US Open.

No entanto, a verdade é que Stan Wawrinka não passou daí. O terceiro lugar do ranking foi o máximo que o suíço atingiu, e, a verdade é que, tendo em conta o talento e a complexidade do suíço enquanto jogador, acaba por saber a pouco. O tenista de 35 anos poderia ter chegado a mais, mas, uma série de azares e a chegada das camadas jovens à competição não facilitou a vida ao tenista suíço que, neste momento, ainda se encontra no ativo, ocupando a 17.º posição no ranking.

2.

Fonte: US Open

Juan Martin Del Potro – Juan Martin Del Potro é um dos jogadores mais acarinhados pelos fãs do ténis e sem dúvida que muitos deles gostariam de ver o tenista argentino a ocupar a liderança do ranking mundial. No entanto, as sucessivas lesões que tem tido ao longo da sua carreira impediram este tenista de se manter perto do primeiro lugar. Foi em 2018 que o jogador de 31 anos alcançou a sua melhor marca de sempre ao chegar ao terceiro lugar da classificação mundial.

Com 22 títulos conquistados, incluindo o US Open em 2009, o vencedor de duas edições do Estoril Open encontra-se, mais uma vez, a recuperar de uma lesão e ainda não se sabe quando é que voltaremos a ver o argentino nos courts.

A sua enorme qualidade, o seu espírito guerreiro dentro e fora do court e todos os seus palmarés justificam o porquê de o colocarmos como um dos jogadores que devia ter sido número um do mundo.

3.

Fonte: ATP Tour

Dominic Thiem – Com apenas 26 anos, Dominic Thiem é um dos tenistas mais talentosos do circuito masculino. O tenista austríaco entrou em 2016 para o top 10 e de lá nunca mais saiu. Em 2019, Dominic Thiem registou o seu melhor ano sempre ao conquistar cinco títulos, para além disso esteve perto de vencer Roland Garros, porém saiu derrotado por Rafael Nadal, tal como aconteceu em 2018.

Já este ano, Dominic Thiem ultrapassou Roger Federer na tabela e subiu ao terceiro lugar, lugar esse que possivelmente irá manter até ao final da época, beneficiando do afastamento do tenista suíço dos courts até ao próximo ano.

Por agora, o primeiro lugar ainda é uma miragem, tendo em conta que Novak Djokovic e Rafael Nadal apresentam-se no seu melhor e é expectável que se mantenham assim nos próximos anos. Apesar de já ter tido vários momentos na sua carreira que justificavam uma presença no primeiro lugar, Dominic Thiem terá todas as condições para atacar a tão desejada liderança assim que os dois astros do ténis se retirarem da modalidade.

Redação BnR

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