Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Quem sairá vencedor do calor australiano?

Miguel Dias · 2 min

Quem sairá vencedor do calor australiano?

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

cab ténis

Não são Novak Djokovic, Roger Federer, Nadal ou até mesmo Serena Williams quem está a protagonizar este Australia Open. É sim o calor que se tem feito sentir pelos courts de Melbourne Park que tem estado na ordem do dia, agora que a primeira semana está perto de terminar.

Na variante masculina, os favoritos andam sempre à volta dos “big four” – Novak Djokovic, Rafael Nadal, Andy Murray e Roger Federer – com Federer a receber aqui uma maior atenção por partir mais motivado para esta temporada depois de um ano de 2013 em que esteve abaixo das expectativas.

Com treinador novo, raquete nova e uma motivação nova, Federer tem assim tudo aquilo de que precisa para ser considerado um dos maiores favoritos, mesmo dentro dos “big four”. As primeiras rondas mostraram um Federer eficaz, capaz de proporcionar momentos de magia, mas que poderá encontrar daqui a duas rondas um adversário de peso, que é Andy Murray.
Sobre Nadal e Djokovic não há grandes considerações a tecer, não se prevendo dificuldades de maior para ambos até às rondas finais.

O calor tem sido o maior inimigo do Austrália Open http://i.telegraph.co.uk
O calor tem sido o maior inimigo do Austrália Open
Fonte: telegraph.co.uk

Em Femininos, desde que haja Serena Williams, há uma favorita à vitória final. No entanto, a tenista norte-americana terá um desafio interessante pela frente. Ivanovic ou Samantha Stosur irão defrontar Serena Williams na ronda seguinte, prometendo assim o primeiro teste de fogo à veteraníssima Serena.

Na Li é também uma tenista a ter em conta no piso rápido de Melbourne Park e Lucie Safarova será também um bom teste para a tenista chinesa. Maria Sharapova é também uma tenista a ter em conta, depois de ter ultrapassado Karin Knapp numa maratona que terminou com um 10-8 no terceiro set.

O quadro feminino está na verdade bastante competitivo, não só porque o ténis feminino é muito mais imprevisível do que o masculino mas também porque todas as principais favoritas ainda estão em prova, e neste lote incluem-se tenistas que estão afastadas dos tops mas que já deram cartas, como Jelena Jankovic, Caroline Wozniacki, Jie Zheng – e até mesmo Ana Ivanovic e Samantha Stosur podem ser consideradas para esta lista.

Quanto aos portugueses, João Sousa teve uma estreia infeliz, perdendo em quatro set’s frente a Dominic Thiem. João Sousa já admitiu que “o início de época é uma fase complicada, ainda para mais com a pressão extra de ter vencido um título do ATP” – algo que defendi num outro artigo aqui no Bola da Rede.

Para terminar com uma boa notícia, Frederico Gil estará em breve de regresso aos courts, depois de uma pausa sabática de meses. O tenista sintrense estará de regresso para disputar os três Futures do Algarve, regressando assim aos court’s após ter feito sonhar os portugueses.

Miguel Dias

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.