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Roland Garros 2017: Portugueses cumpriram

Manuel Traquete · 1 min

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Cabeçalho modalidadesA participação portuguesa em Roland Garros 2017 correu mais ou menos dentro do esperado. João Sousa e Gastão Elias não foram capazes de desafiar as expectativas e fazer grandes campanhas, mas também não desapontaram verdadeiramente.

Para Gastão Elias, havia a esperança de poder vencer o seu primeiro encontro em torneios de Grand Slam na sua carreira, especialmente depois da sua grande vitória contra del Potro em Lyon, mas o britânico Kyle Edmund revelou-se demasiado forte e venceu em 3 sets relativamente confortáveis. Não era um encontro impossível para Gastão Elias, mas Edmund era o favorito e isso confirmou-se no court. Elias irá agora para Wimbledon ainda à procura dum primeiro triunfo em torneios do Grand Slam.

Quanto a João Sousa, esteve muito perto de se ver 0-2 abaixo contra Tipsarevic na primeiro ronda, mas conseguiu dar a volta após vencer o tie-break do segundo set e ganhou com algum conforto no fim contra um adversário ‘semi-retirado’. Na segunda ronda defrontou Novak Djokovic e o resultado foi aquele que toda a gente esperava com o sérvio a vencer com facilidade.

Esteve longe de ser a melhor prestação portuguesa de sempre em torneios do Grand Slam, mas também não defraudou as expectativas. Segue-se Wimbledon no fim do mês, com Gastão Elias à procura da sua primeira vitória e João Sousa à procura de pelo menos repetir a terceira ronda do ano passado.

Foto de Capa: João Sousa

Manuel Traquete

Redação Bola na Rede · ver artigos

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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