Publicidade

Taça Davis 2017: Portugal confirma favoritismo

Duarte Pereira da Silva · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho modalidadesFicam então os 5 pontos a reter sobre o primeiro dia da eliminatória entre Portugal e Israel, que terminou favorável à equipa das quinas:

  • João Sousa foi o primeiro a entrar em campo e não teve qualquer problema em bater Yshail Oliel. O jovem israelita vinha da final do Australian Open em juniores, mas a maior experiência e qualidade de jogo do português acabaram por fazer a diferença.
  • Gastão Elias acabou por admitir que entrou a dormir no encontro frente a Dudi Sela. Todavia, o atual número 75 do ranking ATP rapidamente assentou o seu jogo e venceu o número um israelita em quatro partidas.
  • O selecionador nacional fez questão de reforçar que, apesar de o primeiro dia de competição ter corrido na perfeição, a eliminatória ainda não está ganha. João Sousa e Gastão Elias formarão o par que irá entrar em campo para carimbar a vitória da seleção portuguesa.
Portugal entrou com o pé direito na Taça Davis
Portugal entrou com o pé direito na Taça Davis
  • O número um israelita, Dudi Sela, afirmou que sentiu cãibras na mão direita, durante o encontro frente a Elias. Curiosamente, Sela admitiu mesmo que é algo que apenas sente nas eliminatórias da Taça Davis.
  • O terceiro encontro do confronto entre Israel e Portugal realizar-se-á este sábado, pelas 15:00, no CIF. João Sousa e Elias irão defrontar Jonathan Erlich e Daniel Cukierman.

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

Duarte Pereira da Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.