Académica OAF 0-3 GD Estoril-Praia: Resultado engana… mas diz alguma coisa

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Até ao final, o Estoril colocou a seu favor toda a sua maturidade, qualidade e experiência para controlar o jogo, destacando-se, ainda mais, a sua organização defensiva.

A Académica mantém-se no primeiro lugar de descida, à espera de que o Boavista não ganhe para manter as suas aspirações de permanência no primeiro escalão. O Estoril vai mantendo a distância para os lugares europeus, continua na luta… ainda que não assuma esse objectivo.

Figura do jogo:

Mattheus (Estoril) – Marcou dois golos, aparecendo, pleno de oportunidade, no coração da área, mas fez mais do que isso. Foi ele o cérebro da construção ofensiva canarinha e um importante elemento na condução do contra-ataque da sua formação, revelando enorme maturidade posicional neste aspecto, estando sempre no sítio certo para lançar o pânico na defesa contrária.

Fora-de-jogo:

Rafa Soares (Académica) – Foi pelo seu flanco que surgiram os golos do Estoril e isso não se deve ao acaso. Esteve desinspiradíssimo a todos os níveis, desde o posicional (Anderson Luís teve autênticas avenidas para explorar) ao técnico (chegou a falhar um lançamento). Saiu ao intervalo, sem surpresas.

Sala de Imprensa:

Fabiano Soares:

“Viemos jogar um bocado com a intranquilidade da Académica e fomos felizes.”

“Atingimos o objectivo da permanência a 10 jornadas do fim, agora pensamos jogo-a-jogo. Vamos pensar no Paços, e não pensamos noutras coisas [luta pela Europa]”

Filipe Gouveia:

“Na primeira vez que o Estoril foi à nossa baliza, ficámos intranquilos. Dois primeiros remates, dois golos, e depois o Estoril controlou, porque é uma equipa experiente com bons jogadores. Acho que podíamos estar aqui o dia todo que não marcávamos um golo. Fomos infelizes”

“Não contávamos com este percalço. Agora vai existir uma paragem e vamos aproveitar para recuperar”

“Este onze foi o mesmo que entrou contra o Guimarães. Temos coisas a melhorar, claro”

“Quero deixar os parabéns ao público, que esteve extraordinário hoje”.

Pedro Machado
Pedro Machado
Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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