5 melhores momentos na Taça da Liga

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OBLAK NO DRAGÃO – 2013-14

A 16 de Abril de 2014, acontece o 3-1 de André Gomes, a tal segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal em que o Benfica joga 64 minutos com menos um e consegue virar a eliminatória em grande estilo – e nada poderia engrandecer ainda mais a humilhação portista se 11 dias depois a coisa se repetisse… em pleno Dragão.

As águias jogavam aquela meia-final da Taça da Liga três dias depois de terem afrontado a Juventus de Conte, Pirlo e Pogba na Luz (2-1) e portanto a prioridade de Jorge Jesus foi rodar a equipa – só sobraram Oblak, Siqueira e Lima do onze titular daquela época. Steven Vitória tinha jogado tão pouco até aí que sente a falta de ritmo e tem dificuldades em lidar com Jackson Martínez. Aos 32 derruba o portentoso colombiano e é expulso, ordem de Marco Ferreira, árbitro madeirense. O Benfica ficava novamente em inferioridade númerica e não tinha as motas – Markovic, Rodrigo e Gaitán – para acelerar jogo na frente. «Alguns jogadores, como Steven Vitória, Ivan Cavaleiro, Sulejmani, Rúben Amorim, que há um mês não jogava, e até Cardozo, não são tão rápidos para jogar em contra-ataque, mas o Benfica esteve melhor a defender com 10 que com 11» explicou depois o técnico encarnado a abordagem no resto do jogo: contenção, um jogo de espera e organização defensiva (sem qualquer interesse pelo golo) que tornou aquele Porto, já de si limitado, atrozmente inofensivo – apesar de ter Danilo, Alex Sandro, Jackson, Quaresma ou Juan Quintero em campo.

Na chegada às penalidades, Oblak mostrou porque poderia ser o que se tornou – um keeper geracional – gelando o Dragão com uma frieza que há muito não se via na Luz e desde aí só lampejos semelhantes em Ederson. Oblak nessa época sofreu, nos 26 jogos que efectuou… seis golos. SEIS GOLOS.

Pedro Cantoneiro
Pedro Cantoneirohttp://www.bolanarede.pt
Adepto da discussão futebolística pós-refeição e da cultura de esplanada, de opinião que o futebol é a arte suprema.

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