Publicidade

O fim da linha: Rui Vitória já não é treinador do SL Benfica!

Miguel Catarino · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Depois da derrota por 2-0 com o Portimonense SC, Rui Vitória não resistiu às fortes contestações e a decisão é oficial: já não é treinador do SL Benfica.

O acordo foi selado numa reunião com Luís Filipe Vieira e coloca um ponto final ao percurso de três épocas e meia do treinador, e num contrato válido até junho de 2020. Daqui para a frente, até com uma comunicação oficial, Bruno Lage irá assumir o comando técnico de forma interina.

A sequência de acontecimentos que levaram a esta decisão começou em novembro, com uma série de maus resultados e exibições pouco convincentes. As derrotas com Moreirense FC, Belenenses SAD e o percurso desastroso na Liga dos Campeões, com a eliminação e a goleada com o Bayern Munique à cabeça, foram cruciais, mas Luís Filipe Vieira não atirou a toalha ao chão e, apesar do pedido dos adeptos para a rescisão de Rui Vitória, reforçou o voto de confiança no treinador numa conferência de imprensa no final do mês de novembro. As principais impressões e opiniões sobre estas declarações estão presentes num artigo da minha autoria.

A decisão acontece dois meses depois do voto de confiança dado por Luís Filipe Vieira, em novembro
Fonte: SL Benfica

Muito sinceramente, e tratando-se este de um texto de opinião, esta notícia não é surpresa nenhuma e é fruto, única e exclusivamente, de uma filosofia retardada que Rui Vitória implementou esta temporada. A equipa não estava a jogar com garra, fé e crença, e os resultados falam por si. A derrota de ontem foi a prova provada daquilo que tem sido falado nos últimos meses. O percurso de Rui Vitória estava por um fio, e cada jogo – e consequente resultado – servia de prova de que merecia realmente manter-se como treinador, de modo a encontrar uma justificação para a escolha de Luís Filipe Vieira. Justificação essa que nunca convenceu particularmente!

Hoje, o grito de alerta que já pairava na Luz há algum tempo foi dado, e a decisão tomada foi a mais correta! Não se esperava outra coisa desde que o presidente defendeu, em viva voz, Rui Vitória. Eram necessárias provas e, após uma sequência de bons resultados com exibições muito pobres, a derrota com o Portimonense foi o culminar de toda esta história.

Com esta decisão, o capítulo “Rui Vitória no Benfica” termina! Para já, e até decisão em contrário, Bruno Lage é o treinador interino. Renasce, então, um novo capítulo, em que se espera que seja feito jus às principais caraterísticas deste clube que tanto nos envaidece: raça, crença, luta, fé, vitórias, títulos, conquistas…

Que a partir de hoje se comece a pensar num futuro risonho, com tudo aquilo que o clube e os adeptos merecem! Já chega de “jogar lento”, citando Luís Filipe Vieira, vamos passar a jogar a sério!

Saudações benfiquistas!

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: SL Benfica

Miguel Catarino

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
Ler a crónica
Seleção Nacional

5 jogadores que mais se destacaram com Jorge Jesus na Seleção Nacional

Os primeiros quatro jogos de Jorge Jesus ao comando da Seleção Nacional permitiram perceber quais os jogadores que melhor se adaptaram às ideias do novo selecionador. Entre golos, assistências e novas dinâmicas táticas, cinco nomes destacaram-se pela influência que tiveram no rendimento da equipa e pela forma como potenciaram as suas qualidades individuais. De João Félix a Rúben Neves, passando por Gonçalo Ramos, Vitinha e João Cancelo, este é o top-5 dos jogadores que mais se evidenciaram neste arranque da era Jorge Jesus.

Miguel Costa · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.