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Dado o tropeção monumental de Bruno Lage na última fase pré-pandemia, o nome de Jorge Jesus regressou à agenda dos benfiquistas quanto à eterna discussão sobre a figura do treinador da equipa principal.

Neste caso, o saudosismo por seis anos marcantes fala mais alto em certa parcela de adeptos, que defenderão o seu regresso até às ultimas instâncias, apoiando-se no argumento de que nunca viram um SL Benfica tão forte; outros, agarrando-se às estatísticas e ao argumento da paciência obrigatória em projectos como o do Seixal, entregam-se com toda a confiança aos destinos do técnico setubalense.

Seja como for, a história recente do Benfica tem em Jorge Jesus uma figura preponderante, elevando os níveis competitivos da equipa e repondo-a no frontão do futebol português, com a mesma eficácia e regularidade dos anos aúreos: trabalho que Rui Vitória e Bruno Lage souberam continuar, com abordagens diferentes e comportamento distinto.

Mas já que aqui estamos, valerá a pena relembrar os jogos capitais da era Jesuíta no reino da Águia – jogos que definiram temporadas e aqueles encontros que demonstraram toda a capacidade do técnico de 63 anos, agora campeoníssimo ao leme do Mengão Flamengo.

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