Última horaImprensa francesa reage à vitória do Sporting no terreno do Lens: «Dominante, mas ineficaz»
Publicidade

Old but Gold

João Valente · 2 min

Old but Gold
Foto: SL Benfica

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

sl benfica cabeçalho 1Quero começar o texto desta semana com a seguinte frase: O meu avô é do Belenenses. O que é que isto tem a ver com o Benfica? Calma, tudo a seu tempo. O meu avô relembra-me que ele é do Belém todas as semanas e todas as semanas ele relembra-me que o Matateu era o melhor jogador de todos os tempos! De tal forma, que para ele o Matateu ainda devia jogar no clube. Podemos todos concordar que isso faria toda a diferença, porque o Belenenses começaria a marcar mais e a ganhar mais. Posto isto, vamos ao que interessa.

Deixando os Matateus desta vida, por palmas, quantos de vocês é que acham que o Benfica poderia estar bem melhor se voltasse a ter o Enzo? Ou o Gaitán? Ou o Rodrigo? Ou o Emerson? Estiquei a corda nesta última.

Agora os outros três são a mais pura das verdades. Teríamos melhor meio-campo com o Enzo a controlar as operações, uma ala direita ou esquerda (visto que já andou a navegar pelas duas) mais requintada com Gaitán e a sua classe e uma frente de ataque com Jonas e Rodrigo… Epá, não quero ser de intrigas, mas os guarda-redes tinham autorização para jogar de fralda.

Fonte: Instagram Oficial de Nico Gaitan
Fonte: Instagram Oficial de Nico Gaitán

Ok, um pouco de exagero, mas perdoem-me se sonho com uma utopia onde o Casillas vai à Luz e pede para ser substituído porque tem de ir ao berçário.

Este texto não tem como objectivo denegrir o actual plantel do Benfica. Longe disso. Somos campeões e isso vale o que vale. Contudo, existem duas ideias a reter. Primeiro, estes três exemplos destacam jogadores que foram campeões e heróis na Luz e que quando saíram por uns belos milhões, não conseguiram pegar de estaca.

Por ordem. Rodrigo abalou para o então multimilionário Valência para fazer uma de duas coisas. Aquecer o banco de suplentes ou passar despercebido em campo. Enzo seguiu o mesmo caminho em tudo. Passou imenso tempo no banco, numa altura em que o Valência perdeu o gás financeiro que tinha, e quando aparecia em campo…Bem, quando aparecia em campo ou nem se notava ou jogava mal. Sim, o Enzo também joga mal, mas só no Valência. Finalmente, Gaitán. Espanha voltou a ser o destino, mas desta vez para representar o Atlético de Madrid. Simeone disse mundos e fundos do compatriota, mas mal o pôs em campo já se falava e fala num cenário de saída.

Segunda ideia a reter. Qualquer um deles podia voltar a vestir a camisola do Benfica e todos teriam lugar no onze. Tal como disse, Jonas passaria a ter um novo companheiro na frente, Fejsa e Pizzi passavam a ter um maestro e Gaitán era deixá-lo ser o Gaitán.

Fonte: Instagram Oficial de Rodrigo
Fonte: Instagram Oficial de Rodrigo

Claro que tudo isto, e sendo redundante, não passa de uma utopia. A massa salarial que estes meninos auferem não está, neste momento, ao alcance do Benfica.

Seria preciso um ato de boa fé que para que estas transferências se concretizassem. Por outro lado, Lima parece estar de regresso. Querem ver que?

Fonte: SL Benfica

 Artigo revisto por: Pedro Couto

João Valente

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

5 talentos que se reergueram no Real Bétis

O Real Bétis tornou-se uma presença assídua nas competições europeias e o estatuto de underdog já soa a redutor para o trabalho que tem sido feito pela estrutura do clube e pelo principal obreiro, Manuel Pellegrini.  Um treinador experiente e convicto das suas ideias tem a capacidade de reabilitar e reerguer jogadores considerados ultrapassados, sem mais para dar, transformando-os simplesmente ao dar-lhes uma oportunidade de provarem que ainda têm o que é preciso.  

José Vale · 3 min de leitura
Ler a crónica
FC Porto

Regresso a um lugar feliz | Real Bétis x FC Porto

Com o Benito Villamarín em obras, o Real Bétis joga actualmente em casa emprestada, num estádio de boa memória para os dragões. O contexto é, no entanto, completamente distinto do dessa final em 2003, e os comandados de Farioli vão entrar em campo com o objetivo de dar a volta ao cenário após a derrota caseira frente ao Manchester City. Depois de um jogo complicado nos Barreiros, a turma da invicta tem mais um desafio exigente pela frente. O Real Bétis somou cinco vitórias nos últimos seis jogos e é neste momento o terceiro classificado da La Liga, em igualdade pontual com o vice-líder Atlético Madrid. Apesar do excelente registo pontual, a equipa de Manuel Pellegrini tem média de mais de um golo sofrido por encontro, pelo que poderá ter algumas dificuldades frente ao ataque portista.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.