Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

Os 5 jogadores mais determinantes em clássicos

Bruno Rocha · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Já se sente o friozinho na barriga, o coração já bate mais forte, já se roem as unhas! O dia do clássico aproxima-se… Um jogo SL Benfica x FC Porto é como um feriado nacional. O país para por 90 minutos para ver uma rivalidade histórica, seja na TV ou no estádio.

SE ACHAS QUE JÁ SABES QUEM É QUE VAI GANHAR O CLÁSSICO, APOSTA JÁ!

Ao longo da história, alguns jogadores marcaram este jogo em particular, que sempre será mais que um só jogo. Relembra alguns deles.

5.

Fonte: SL Benfica

Eusébio – Para além de marcar um clube, um país e uma geração, Eusébio da Silva Ferreira marcou (e muito) em clássicos. O Pantera Negra disputou 33 clássicos ao serviço dos encarnados e fez balançar as redes portistas por 25 ocasiões. É, de resto, o melhor marcador de sempre em clássicos. Foi dos jogadores mais importantes de sempre da equipa das águias, ao marcar 596 golos em 557 jogos, conquistando por 11 vezes o título de campeão nacional. Um verdadeiro craque, do melhor que o clube já viu! O único português a vencer a Bola de Ouro ao serviço de uma equipa portuguesa.

4.

Fonte: Museu Benfica – Cosme Damião

Julinho – Júlio Correia da Silva ou Julinho, como era carinhosamente tratado pela massa adepta encarnada, foi a figura do jogo com o resultado mais pesado num clássico. O jogo viria a terminar por 12×2, a favor do SL Benfica, tendo Julinho apontado quatro tentos. Foi um festival de golos com o portuense a liderar aquela que foi a maior discrepância, em termos de golos, de um SL Benfica x FC Porto.

Foram 11 anos de águia ao peito, tendo marcado 202 golos em 200 jogos, em que conquistou três campeonatos nacionais, duas Taças de Portugal e uma Taça Latina, na qual foi o herói.

3.

Fonte: SL Benfica

Lima – O luso-brasileiro tinha um dom: marcar ao FC Porto. Não só ao serviço dos encarnados, mas também quando representou o Belenenses e o SC Braga. No clássico no decorrer da temporada 2014/2015, à 13ª jornada, Lima apontou um bis. Dois golos que foram fundamentais para que a equipa encarnada viesse a conquistar o troféu de campeão nacional pela segunda vez consecutiva. Nesse ano, o SL Benfica terminou o campeonato com 85 pontos, mais três que o eterno rival.

Com um faro de golo incrível, Lima foi uma das peças-chave do Benfica de Jorge Jesus para conseguir o bicampeonato e, posteriormente, aquele que viria a ser o primeiro tetra da história do clube a Luz.

2.

Fonte: SL Benfica

Matic – Mas quem não se lembra das exibições monstruosas do sérvio ao serviço das águias? Pois, Matic tinha que estar neste lote, muito pelo golo apontado no clássico da 14ª jornada do campeonato de 2012/2013. Um golo de outro mundo, sem deixar a bola cair, de primeira, colocada no ângulo superior… Um golo de nota artística elevada, que correu o mundo! Nessa altura o SL Benfica perdia por 1-0 e Matic igualou o marcador. Nesse ano o FC Porto viria a ser campeão, com mais um ponto que o glorioso. Para a história ficam as exibições fenomenais de Matic com o Manto Sagrado!

1.

Fonte: SL Benfica

Saviola – Num campeonato em que a luta não foi diretamente com o FC Porto, foi contra este que Saviola marcou o tento vitorioso na 14ª jornada. Triunfo por 1-0 no reduto dos encarnados. Numa altura da temporada fulcral para ganhar distância ao eterno rival, Javier Saviola foi o herói da Luz. A verdade é que nesse ano o SL Benfica quebrou a sequência de quatro campeonatos ganhos pelo FC Porto. Saviola tornou-se, então, preponderante ao garantir os três pontos para a formação encarnada. Isto, a juntar às exibições do pequeno argentino, tornam-no num dos jogadores mais determinantes em clássicos.

Foto de Capa: SL Benfica

Revisto por: Jorge Neves

Bruno Rocha

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.