Publicidade

Os 5 melhores jogadores portugueses a atuar ao serviço do SL Benfica

Bruno Rocha · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O SL Benfica, pertencendo à elite do futebol nacional, sempre teve, nos seus plantéis, ao longo dos anos, alguns dos melhores jogadores do país. Foram jogadores que mudaram a história do clube, trouxeram glória, levantaram estádios e, acima de tudo, honraram o clube que representaram.

Esta lista apresenta aqueles, que para mim, são os cinco melhores portugueses a atuar ao serviço dos encarnados.

5.

Fonte: SL Benfica

Simão Sabrosa – É, sem qualquer dúvida, um dos grandes capitães do SL Benfica e uma das maiores estrelas nacionais a jogar pelo clube.

Dotado de um talento inigualável, Simão fazia levantar o estádio com o seu pé direito, capaz de jogadas impossíveis. Especialista na cobrança de livres diretos, destacava-se também pelas diagonais que fazia em campo. Representou o glorioso durante seis temporadas, em que disputou 230 jogos e apontou 93 golos.

4.

Fonte: SL Benfica

Rui Costa – Foi um futebolista português que, em Portugal, atuou apenas ao serviço do SL Benfica.

Nascido e criado na Luz, o médio rumou à Fiorentina após três anos de águia ao peito. Para a história fica o golo que Rui Costa marcou ao Benfica, com a camisola dos italianos, que o levou às lágrimas.

Regressou, em 2006, para ser capitão dos encarnados e um dos melhores jogadores a atuar pelo clube. No total, realizou 177 jogos com o Manto Sagrado e apontou 29 golos.

3.

Fonte: SL Benfica

Mário Coluna – É o “Monstro Sagrado” do SL Benfica e isso, por si só, já explica a razão de estar nesta lista. Dono e senhor do meio campo encarnado entre as épocas de 1954 e 1970, Mário Coluna é um dos ídolos encarnados. Marcou nas duas gloriosas finais europeias, frente ao FC Barcelona e ao Real Madrid CF. Sem precisar da braçadeira de capitão, era líder dentro do balneário. Coluna era duro de roer dentro das quatro linhas e tinha a voz de comando imperial no terreno de jogo. Pelo Benfica, disputou 525 jogos e fez balançar as redes adversárias por 127 vezes.

2.

Fonte: SL Benfica

José Águas – O que se pode pedir mais a um ponta de lança do que golos? Pois, José Águas é aquilo a que se pode chamar o ponta de lança perfeito. Exímio na arte de marcar golos, Águas era elegante com a bola, não só nos pés, bem como na cabeça. Não lhe importava como é que entrava, desde que entrasse. Foi, por cinco vezes, o melhor marcador do campeonato nacional e fica na história dourada do SL Benfica por ser o capitão do Benfica versão bicampeão europeu, tendo apontado um golo em cada final. Foram 13 anos de Benfica, em que disputou 384 jogos e marcou uns impressionantes 379 golos.

1.

Fonte: SL Benfica

Eusébio – Eusébio da Silva Ferreira, ou Pantera Negra, é, sem qualquer dúvida, o melhor jogador português do SL Benfica de todos os tempos. Com um faro de golo inigualável, Eusébio é, ainda hoje, um dos maiores símbolos dos encarnados. Campeão nacional por 11 vezes em 14 temporadas, o Pantera Negra é ainda o herói da final da Taça dos Campeões Europeus de 1962, ao apontar dois golos. Em 15 anos de Benfica, marcou uns impressionantes 473 golos em 440 jogos. Um feito apenas ao alcance de um dos melhores jogadores não só do Benfica, mas de sempre.

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

Revisto por: Jorge Neves

Bruno Rocha

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.