Rafa Silva | No meio está a virtude

    2018/2019

    A época começa aos solavancos ainda no 4-3-3 trazido de 2017-18 por Rui Vitória, o que implicava que Rafa fosse obrigatoriamente homem de corredor. Se a eficácia do sistema tinha caído a pique com a lesão de Krovinovic – um dos grandes motivos para a perda dum possível pentacampeonato –, a forma magistral como Gedson iniciou aquela temporada foi disfarçando a caducidade do formato.

    Em Dezembro o treinador português era despedido, Bruno Lage ascendia á primeira equipa: a sua primeira decisão é o regresso ao 4-4-2 e o amor incondicional por João Félix como trequartista do conjunto, em crónica associação criativa com Rafa e Pizzi, que no papel eram homens de linha mas que no relvado apareciam continuamente em zona central, aproveitando nas entrelinhas qualquer nesga de espaço para gerar golo.

    Rafa explodiu nesse papel, com 21 golos, 17 só no campeonato, o que lhe valeu terceiro lugar no Bola de Prata. 12 deles a partir de Janeiro, nos 15 jogos realizados sob batuta de Lage.

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    Pedro Cantoneiro
    Pedro Cantoneirohttp://www.bolanarede.pt
    Adepto da discussão futebolística pós-refeição e da cultura de esplanada, o Benfica como pano de fundo e a opinião de que o futebol é a arte suprema.