Publicidade

SL Benfica | 5 heróis benfiquistas na Taça de Portugal

Tiago Serrano · 2 min

SL Benfica capa
Foto: Carlos Silva/ Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O SL Benfica é ainda hoje o clube com mais Taças de Portugal conquistadas, com um total de 26 no seu palmarés. Muitas delas tiveram momentos que tornaram essas conquistas ainda mais marcantes. Aqui, irei recordar um grupo de antigos jogadores das águias que deixaram a sua marca na final da prova rainha do futebol nacional, seja por recordes inalcançáveis ou por momentos com um especial simbolismo.

5.

Simão Sabrosa foi importante na quebra do jejum de títulos do SL Benfica
Simão Sabrosa foi importante na quebra do jejum de títulos do SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Simão Sabrosa – Na temporada 2003/04, o SL Benfica atravessava um jejum de títulos que já durava oito anos. Para quebrar essa seca, os encarnados teriam de derrotar no Jamor o FC Porto de José Mourinho, que arrasava em Portugal e na Europa com o seu futebol. Num jogo emocionante que chegaria ao prolongamento, o capitão das águias marcaria o golo que deu ao SL Benfica a sua 24ª Taça de Portugal.

4.

César Oliveira foi o segundo jogador estrangeiro a vestir a camisola do SL Benfica
César Oliveira foi o segundo jogador estrangeiro a vestir a camisola do SL Benfica
Fonte: SL Benfica

César Oliveira – No final da década de 70, Pinto da Costa e José Maria Pedroto declararam uma guerra regionalista contra os rivais da capital, criando uma narrativa de que o futebol e a sociedade portuguesa estavam condicionados pelo poder centralista, discriminando a cidade do Porto.

Esta guerra atingiu o seu ponto alto na final da Taça de Portugal de 1979/80 entre encarnados e azuis e brancos, numa final que tinha unido os adeptos dos rivais de Lisboa contra o rival do norte. Num jogo muito duro e intenso, um golo solitário do brasileiro César Oliveira – segundo jogador estrangeiro a vestir a camisola do SL Benfica – pôs termo às aspirações azuis e brancas.

3.

Carlos Manuel – Em mais uma guerra regionalista, a direção do FC Porto recusou deslocar-se a Lisboa para jogar a final da Taça de Portugal contra o SL Benfica na temporada 82/83, fazendo de tudo para que esta se realizasse no Estádio das Antas.

A indefinição em relação ao local onde a final se iria realizar fez com que esta se realizasse não no final da temporada, mas sim no início da época seguinte, mais precisamente a 21 de Agosto de 1983. Numa final realizada em casa do adversário, o SL Benfica apresentou a sua melhor equipa e derrotou o FC Porto com um golo “do meio da rua” de Carlos Manuel.

2.

Eusébio – Como não podia deixar de ser, o Pantera Negra também deixou a sua marca no Jamor. Eusébio conquistou cinco Taças de Portugal na sua carreira, tendo marcado sete golos só em finais. Aquela com sabor mais especial terá sido a conquistada em 1971/72, tendo sido o autor de um hat-trick na vitória por 3-2, após prolongamento, sobre o Sporting CP.

1.

Fonte: Hemeroteca Digital de Lisboa

Rogério Lantres de Carvalho – Conhecido como Rogério “Pipi”, foi, provavelmente, a maior glória do SL Benfica nos primeiros 50 anos de história dos encarnados, tendo alcançado um record que muito dificilmente será quebrado por alguém. Conquistou seis Taças de Portugal e marcou um total de 15 golos em finais.

Artigo revisto por Joana Mendes

Tiago Serrano

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.