Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google
A final da prova rainha portuguesa é um jogo que todos querem viver pelo menos uma vez na vida. Seja enquanto jogador, dirigente ou atleta. No caso dos três grandes, essa tarefa, apesar de difícil, tem sido recorrente, já que nos últimos tempos se verifica a presença de pelo menos um deles. E quando assim não é, é notícia e é sinónimo de surpresas. Este top conta sempre com um grande mas está carregado de surpresa, reviravoltas, golos e mais golos.
1.

SC Braga 2-2 FC Porto (4-2)g.p. – Na época 2015/2016, o SC Braga surpreendia tudo e todos ao vencer o FC Porto por 2-0 aos 58 minutos. Parecia tudo decidido depois do golo de Rui Fonte, mas dois minutos depois André Silva reduzia e deixava para o minuto 90 um lance de sonho; após insistência num canto, a bola sobra para Herrera que cruza para o agora avançado do AC Milan fazer um pontapé de bicicleta que não mais sairá da memória dos portistas. No entanto, toda essa magia não foi suficiente para retirar a segunda taça da história do clube minhoto. Após um prolongamento sem golos, o SC Braga derrotou o FC Porto nos penalties por 4-2.
2.

Sporting CP 2-2 SC Braga (3-1)g.p. – Na época anterior e também frente a um grande, o SC Braga colocava-se em vantagem por dois golos. Desta vez, Éder e Rafa davam uma vantagem confortável ainda na primeira parte e atiraram para os verde-e-brancos a responsabilidade de ir atrás do resultado, lutando contra o relógio. E assim fizeram Slimani e Montero, aos 84 e 93 minutos; já perto do final da partida, os comandados por Marco Silva forçaram o SC Braga de Sérgio Conceição a um prolongamento sem golos e a uma amarga derrota nos penalties por 3-1. O Sporting recuperou a desvantagem que se tinha imposto na primeira parte e conquistou, assim, a então 16.ª Taça de Portugal.
3.

SL Benfica 1-2 Vitória SC – Na época 2012/13, Rui Vitória defrontou o SL Benfica na final do Jamor. O então técnico do Vitória SC derrotou por 1-2 o SL Benfica orientado por Jorge Jesus depois de uma reviravolta supersónica. Os encarnados estiveram em vantagem desde os 30 minutos, graças a um golo de Gaitán, mas voltaram para trás no marcador em apenas 3 minutos. Soudani aos 79 e o agora dragão Ricardo Pereira aos 81 minutos converteram em golos a primeira vitória dos vimaranenses na prova rainha. A final ficou ainda marcada pela discussão acesa em pleno relvado entre o treinador das águias e o seu avançado Óscar Cardozo.
4.

Vitória SC 2-6 FC Porto – Na época 2010/2011, a última conquista do FC Porto da prova, a final foi sinónimo de golos. Foram 8 no total e o resultado ao intervalo registava um frenético 2-5. O Vitória viajou do Minho e de tudo fez para conter o poderoso FC Porto que tinha conquistado a Liga Europa três dias antes. Aos golos madrugadores de James Rodríguez (3’) e Silvestre Varela (21’), os vimaranenses responderam prontamente com o empate, através de um autogolo (20’) e de Edgar Silva (23’). No entanto, nada puderam fazer ao que se seguiu. Rolando (35’), Hulk (42’) e James (45+2’) destruíram por completo qualquer réstia de esperança dos minhotos. Na segunda parte, apenas James inscreveu o seu nome na lista de marcadores (73’) para assinar o hat-trick, uma exibição assombrosa e ajudar o FC Porto na conquista da 16.ª Taça de Portugal.
5.

Sporting CP 0-1 Académica de Coimbra OAF – Na seguinte temporada, 2011/12, a Académica de Pedro Emanuel levou para Coimbra a segunda Taça de Portugal da história do clube. Para isso valeu um golo solitário de Marinho (4’) a abrir a partida frente ao Sporting CP de Ricardo Sá Pinto. Com um onze inicial que contava com nove portugueses, entre eles Adrien Silva e Cédric Soares, os estudantes foram capazes de conter desde cedo uns leões apáticos e conseguiram uma exibição segura e pouco ou nada aflita, constituindo, assim, uma das grandes surpresas dos últimos anos.
Foto de Capa: SL Benfica
Artigo revisto por: Rita Asseiceiro









