Última horaJosé Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano
Publicidade

Os 7 melhores craques ‘não grandes’ da Primeira Liga

Raquel Roque · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Numa temporada onde o esbatimento de diferenças entre os chamados grandes e os não grandes tem se feito sentir, têm surgido vários jogadores para manter debaixo de olho. Nesta lista apresentamos potenciais jogadores que podem eventualmente calçar nos três grandes, alguns destes nomes até mesmo na próxima janela de transferências. Ora vejam lá.

7.

Fonte: Portimonense SC

Nakajima (Portimonense SC) – Não incluir o japonês nesta lista seria um crime. A verdade é que os primeiros jogos do japonês de olhos em bico não mostraram o nível da época passada mas o japonês foi crescendo com a equipa de Portimão, crescimento que culminou em força com uma exibição de gala frente ao Sporting. Este Nakajima, o da última jornada, é de deixar qualquer um com os olhos em bico.

6.

Fonte: CD Feirense

Briseño (CD Feirense) – Depois de uma boa ponta final de campeonato, o mexicano confirmou a qualidade que muitos lhe anteviam. Não é à toa que o Feirense tem uma das defesas menos batidas da Europa. Briseño, com o seu sentido posicional, com a sua liderança, com uma velocidade de ponta e sobretudo com muita garra tem contribuído para este feito. Muita qualidade deste mexicano.

5.

Fonte: CD Santa Clara

Fernando Andrade (CD Santa Clara) – No início da temporada poucos sabiam da existência do extremo brasileiro vindo dos Açores. Volvidas sete jornadas o cenário é completamente inverso. Fernando tem sido um dos destaques maiores deste campeonato. Golos, assistências, arrancadas para adepto ver. É pouco provável que se mantenha na equipa açoriana na segunda metade da temporada tal é a qualidade apresentada. É claramente um jogador para outros vôos.

4.

Fonte: Vitória SC

Hildeberto (Vitória FC) – Depois de duas temporadas no estrangeiro, muitos eram aqueles que diziam que a carreira do extremo português tinha já acabado. Com este bom início de campeonato, o português tem demonstrado que estavam errados. O avançado tem sido um dos maiores destaques da equipa do Sado e os três golos na última jornada comprovam-no. Rápido, desequilibrante, raçudo a defender e, sobretudo a sentir a camisola que veste. Este Hildeberto promete…. e muito.

3.

Fonte: UEFA

Danny (CS Marítimo) – É provavelmente um dos jogadores mais experientes da nossa Liga mas é de saudar o regresso do craque madeirense ao caldeirão dos Barreiros. Danny tem sido o motor ofensivo da equipa de Cláudio Braga e é quase sempre pelos pés do criativo que o Marítimo sai a jogar e consegue criar perigo. Aliás, um Danny mais afastado do jogo tem sido sinónimo de um Marítimo mais fraco. Aos 35 anos ainda tem muito para dar ao futebol português.

2.

Fonte: Rio Ave FC

Léo Jardim (Rio Ave FC) – Na pré-temporada todos apontavam Makaridze como dono e senhor das redes da equipa de Vila do Conde e assim foi. Apesar disso, o georgiano lesionou-se gravemente e acabou por dar lugar ao ‘desconhecido’ Léo Jardim. O brasileiro de 23 anos, vindo do Grémio, assumiu e não mais deve largar as redes da baliza do Rio Ave. Seguro nas bolas paradas, forte nas jogadas de antecipação, com um jogo de pés assinalável e, sobretudo, com uma frieza assustadora para a idade. Léo Jardim deverá ser um dos melhores projetos de guarda-redes da nossa Liga e ficará pouco tempo a defender as redes da equipa dos Arcos.

1.

Fonte: SC Braga

Dyego Sousa (SC Braga) – Não será uma novidade para muitas pessoas mas o avançado minhoto não pode deixar de ter destaque nesta lista. À sétima jornada soma cinco golos e é o atual melhor marcador do campeonato, números de excelência de um avançado que finalmente deu o salto para aquilo que o seu potencial já fazia prever. Forte fisicamente, ágil, rápido e muito combativo, Dyego Sousa afigura-se, para já, como o melhor avançado do campeonato e promete faturar muitas mais vezes até ao final do campeonato.

 

Foto de Capa: Bola na Rede

Raquel Roque

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.